Pensamentos

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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Estudos comprovam que a existência de matadouros aumenta o comportamento violento na sociedade

Por Giovanna Chinellato (da Redação)




Para o autor Upton Sinclair, o mundo infernal de um matadouro estimula o comportamento violento também entre os humanos. Ele encheu seu romance The Jungle (“A Selva”, 1906) com imagens de empacotamento de carne que parecem vindas de um filme de terror:



“…e quanto aos outros homens, que trabalhavam em quartos com tanques cheios de vapor, alguns dos quais com válvulas de escape à altura do chão, o problema mais peculiar era cair em tais tanques; quando eram pescados para fora, nunca havia restos suficientes que valessem ser exibidos – algumas vezes os olhares os ignoravam, até que nada além dos ossos tivesse ido embora…”



Os trabalhadores dos matadouros de Sinclair ficavam tão acostumados à violência que as taxas de assassinato, estupro e linchamentos aumentavam entre eles. O livro cimenta o link entre matadouros e crimes violentos décadas antes de o criador de porcos para consumo e serial killer Robert Pickton assombrar as manchetes.



Mais de cem anos depois, uma pesquisadora da Universidade de Windsor talvez teria provado que o clássico literário não era ficção. A professora de criminologia Amy Fitzgerald diz que as estatísticas mostram realmente existir uma conexão bem explícita entre matadouros e crimes violentos.





Na foto, inspetores num matadouro de animais para o consumo humano, em 1906. Sinclair, ao denunciar em sua obra as condições deprimentes e o sofrimento vivido por esses animais, inspirou um estudo sobre a ligação entre matadouros e os crimes violentos. (Reprodução/The Star)



Num estudo recente, Fitzgerald interligou vários relatórios do banco de dados do FBI a informações de censos e fichas de prisão e acusações dos 581 condados americanos de 1994 a 2002.



“Tenho um gráfico que mostra que, conforme o número de funcionários em um matadouro aumenta, a taxa de crimes violentos também aumenta”, ela disse. Fitzgerald disse ter sido inspirada por The Jungle para estudar fichas criminais nas comunidades dos EUA próximas de matadouros.



Ela ficou fascinada pelos estudos dos efeitos de matadouros em taxas de crime, que, sem explicação, crescem quando frigoríficos são abertos nas proximidades das comunidades.



Fitzgerald cuidadosamente estudou o material para determinar se uma conexão realmente existia. Ela descobriu que um matadouro médio com 175 empregados aumenta o número de prisões em 2,24 e de boletins de ocorrência em 4,69. Quanto maior o estabelecimento, pior a violência na comunidade.



Ela levou em conta fatos como o fluxo de novos residentes quando um matadouro é aberto, o alto número de homens jovens – e até mesmo de imigrantes.



“Algum moradores começaram a perceber que as taxas de crime estavam aumentando e começaram a reclamar, as companhias de matadouros foram logo culpando a mão de obra imigrante”, Fitzgerald disse. Ela disse que ainda sim os matadouros seriam os responsáveis pelo aumento, já que eles estão por trás dos fatores mencionados também.



E a violência também não pode ser ligada a nenhum outro tipo de fábrica. Fitzgerald comparou comunidades com matadouros a outras comunidades industriais, que também envolvem trabalhos perigosos, repetitivos mas que não matavam animais. Essas outras comunidades não tiveram aumento nenhum nas taxas de crime, ela disse. Em alguns casos, chegam até a diminuir as taxas.



“O que distingue um matadouro é que ali os trabalhadores não estão lidando com objetos, ma sim com animais vivos – e estão matando-os, e processando o que restar deles.”



Mais estudos são necessários para determinar se os crimes são cometidos por trabalhadores de matadouros ou outros membros da comunidade, ela diz, e como exatamente esse tipo de trabalho pode fazer a criminalidade aumentar. Mas os números não deixam explicações que não envolvam culpar os matadouros.



É o caso da ciência reconhecer o que o povo já sabe desde que matadouros industriais começaram a aparecer no século XIX: trabalhadores expostos à matança de um grande número de animais rotineiramente se tornam perturbados e aparentemente perdem a capacidade de sentir empatia.



The Jungle fez contos-anedotas de escândalos massivos, instigando leitores e propondo ao presidente Theodore Roosevelt que ordene mudanças na indústria de carne. Meses após sua publicação, o Ato Pure Food and Drug e o Meat Inspection foram assinados e aprovados por lei. O livro de Sinclair estuda os ideais socialistas como alternativa à exploração de trabalhadores de matadouros.



Mas a raiz da coisa continua um problema do tipo “quem nasceu primeiro, galinha ou ovo”. Os matadouros “dessensibilizam” os trabalhadores ao assassinato? Ou convidam pessoas pouco sensíveis a dar um passo para começar a matar?



Fitzgerald sugere uma semelhança entre comunidades de matadouros e comunidades militares, que vêm sendo estudadas por aumento de violência doméstica.



“Uma das explicações é que a violência que as pessoas testemunham e da qual muitas vezes fazem parte pode resultar num processo de perda da sensibilidade”, ela disse. Mas a relação não é tão forte em fazendas pequenas que abatem animais.



“Parece que tem algo errado com o processo industrial”, disse Fitzgerald. “Você tem pessoas responsáveis pela morte de milhares de animais por dia.”



Matadouros canadenses ficaram de fora do estudo, mas Fitzgerald já disse que tem interesse em fazer pesquisas lá. Em Toronto, onde matadouros foram instalados em áreas desérticas, como a Junction e King West Street, a violência é mais difícil de ser vista.



Residentes da bela e chique vizinhança de Garrison Creek disseram que a única vez em que notam a presença dos frigoríficos é em dias quentes, quando um fedor pútrido cobria toda a região.



“Em dias de sorte, parece só uma fazenda”, disse Antonio Ferreira, um jovem de 15 anos que mora perto do King St. W and Niagara St. “Num dia ruim, parece uma carcaça gigante em decomposição”. Ele não conseguia se lembrar de nenhum incidente violento nas proximidades do matadouro, porém.



Os trabalhadores do Toronto Abattoirs simplesmente disseram que trabalhar lá é “de boa”, mas não quiseram dar detalhes sobre seus trabalhos.



As condições em um matadouro podem ter melhorado desde que Sinclair publicou suas descrições horrendas, mas o pior problema persiste: a matança de animais em escalas massivas. E o trabalho que obriga pessoas a fazerem isso.



“Tem algo bem incomum a respeito de matadouros”, disse Fitzgerald. “Definitivamente existe a necessidade de mais pesquisas para descobrir o que é.”



Fonte: http://www.anda.jor.br/2010/05/19/livro-demonstra-ligacao-entre-matadouros-e-o-aumento-do-comportamento-violento-contra-humanos/

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Sete refrigerantes têm substância cancerígena, revela pesquisa.



Os casos mais preocupantes foram o da Sukita Zero e o da Fanta Light.






FLÁVIA MANTOVANI

da Folha de S.Paulo



Em uma pesquisa com 24 refrigerantes, a Pro Teste --Associação Brasileira de Defesa do Consumidor-- verificou que 7 têm benzeno, substância potencialmente cancerígena. O benzeno surge da reação de um conservante, o benzoato de sódio, com a vitamina C. Como não há regra para a quantidade do composto em refrigerantes, usou-se o limite para água potável: 5 microgramas por litro.



Os casos mais preocupantes foram o da Sukita Zero, que tinha 20 microgramas, e o da Fanta Light, com 7,5 microgramas. Os outros cinco produtos estavam abaixo desse limite. São eles: Dolly Guaraná, Dolly Guaraná Diet, Fanta Laranja, Sprite Zero e Sukita.



Fernanda Ribeiro, técnica da Pro Teste, diz que é difícil estudar a relação direta entre o benzeno e o câncer em humanos, mas que já se sabe que a substância tem alto potencial carcinogênico e que, se consumida regularmente, pode favorecer tumores. "Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), não há limite seguro para ingestão dessa substância", diz.



A química Arline Abel Arcuri, pesquisadora da Fundacentro (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho) e integrante da Comissão Nacional Permanente do Benzeno, diz que o composto vem sendo relacionado especialmente a leucemias e, mais recentemente, também ao linfoma.



O fato de entrar em contato com o benzeno não significa necessariamente que a pessoa vá ter câncer --há organismos mais e menos suscetíveis. "Mas não somos um tubo de ensaio para saber se resistimos ou não, e não há limites seguros de tolerância. O ideal, então, é não consumir", diz Arcuri.



O benzeno está presente no ambiente, decorrente principalmente da fumaça do cigarro e da queima de combustível. Na indústria, é matéria-prima de produtos como detergente, borracha sintética e náilon.



Nesse caso, não contamina o consumidor por se transformar em outros compostos. A principal preocupação é proteger o trabalhador da indústria.



O efeito do benzeno é lento, mas, quanto maior o tempo de exposição e a quantidade do composto, maior a probabilidade de desenvolver o tumor.









Adoçantes e corantes



A pesquisa da Pro Teste encontrou, ainda, adoçantes na versão tradicional do Grapette, não informados no rótulo. O problema é maior no caso de crianças, que devem ingerir menos adoçantes.



Foram reprovados outros seis produtos [Fanta Laranja, Fanta Laranja Light, Grapette, Grapette Diet, Sukita e Sukita Zero] que tinham os corantes amarelo crepúsculo --que, segundo estudos, favorece a hiperatividade infantil-- e amarelo tartrazina --com alto potencial alergênico. "O amarelo crepúsculo já foi proibido na Europa. E muitas crianças têm alergia a alguns alimentos e, depois, descobre-se que o problema é o amarelo tartrazina", diz Ribeiro.



Os corantes são aprovados no Brasil, mas, para a Pro Teste, as empresas deveriam substituí-los por outros que não sejam problemáticos, assim como no caso do ácido benzoico. "É um problema fácil de ser resolvido", diz Ribeiro.





Outro lado



A Coca-Cola, responsável pela Fanta, afirmou, em nota, que cumpre a lei e que os corantes de bebidas são descritos no rótulo. Afirma, ainda, que o benzeno está presente em alimentos e bebidas em níveis muito baixos.



A AmBev, que fabrica a Sukita, informou que trabalha "sob os mais rígidos padrões de qualidade e em total atendimento à legislação brasileira".



Cláudio Rodrigues, gerente-geral da Refrigerantes Pakera, que fabrica o Grapette, diz que a bebida tradicional pode ter sido contaminada por adoçantes porque as duas versões são feitas na mesma máquina. "Os tanques são lavados, mas pode ter ficado resíduo de adoçante no lote testado."









Mesmo após alerta sobre as substâncias cancerígenas, refrigerantes mantêm a fórmula.

Há três meses foi alertado sobre o perigo de alguns refrigerantes.



Então, após três meses nenhuma providência fora tomada, seja por parte das empresas, ou dos órgãos competentes. Segundo o Ministério da Agricultura, não existe limite estabelecido para o benzeno, porém é de conhecimento mundial que o benzeno é potencialmente cancerígeno, e que produtos com mais de 05 microgramas por litro da substância devem ser retirados do mercado ou reformulados, como aconteceu nos EUA, Canadá e Reino Unido, em 2006.





Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e o Ministério da Agricultura, o benzeno não é adicionado diretamente ao refrigerante. A substância é formada pela reação do ácido benzóico com o ácido ascórbico, presentes na bebida. Mesmo assim, parece-me que a própria Anvisa esqueceu de que em 2003 proibiu a fabricação, distribuição e comercialização de qualquer produto que contenha o benzeno.

Espero que com os resultados da pesquisa, os órgãos reguladores competentes revejam a composição das bebidas e façam a substituição de algum ou de ambos os ácidos.



Enquanto isso, aconselho a evitar tomar algum dos refrigerantes reprovados no teste. Mesmo que não pare de vez, evite tomá-lo com frequência.





Jeferson Machado,

Farmacêutico Bioquímico Clinico.


Fonte: http://guianaturologia.com.br/blog/item/29-sete-refrigerantes-têm-substância-cancerígena-revela-pesquisa.html

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Higienismo - Aprenda a Ser Saudável




Mais do que um regime, o higienismo é uma filosofia de vida. Segundo seus princípios, quem o pratica, perde peso, restabelece a saúde, e recupera a disposição e a alegria de viver.



O higienismo está baseado em 5 princípios:


1- Ingerir 70% dos alimentos crus
2- Não comer em excesso
3- Evitar alimentos que produzam toxinas
4- Combinar alimentos corretamente
5- Respeitar as etapas do processo de digestão


O consumo de alimentos in natura é importante porque eles são uma preciosa fonte de enzimas, fibras e líquidos. Para entender melhor, as enzimas são o princípio vital das moléculas das células e um elemento indispensável para que certas reações químicas aconteçam no nosso organismo. Elas estão presentes em frutas, verduras e legumes crus, já que são sensíveis a temperaturas acima de 80oC e, quando cozidas, morrem.

As fibras - encontradas em abundância nesses alimentos - têm papel muito importante na eliminação de gorduras e toxinas porque agem como verdadeiras 'vassourinhas detergentes' no intestino. Já os líquidos ajudam a manter os 70% de água que há em nosso corpo (assim como no planeta) em perfeito equilíbrio.



Parcerias que não Funcionam




Frutas com qualquer outro tipo de alimento

Frutas só combinam com frutas. Seu tempo de digestão é de 30 minutos. Se for associada com outro alimento ficará muito mais tempo no estômago, fermentando e estragando tudo o que estiver junto com ela. Portanto, após comer uma fruta, espere no mínimo 1/2 hora antes de ingerir outra coisa. E não as coma como sobremesa. Em tempo: frutas secas demoram cerca de uma hora para serem digeridas, mas podem ser combinadas com as frescas na mesma refeição. E há algumas neutras, como limão e abacate, que podem ser usadas em pratos de saladas como ingrediente ou tempero.

Proteínas com carboidratos

O tempo de digestão das proteínas (carnes, ovos, leite e derivados, leguminosas) é de 4 horas. Dos carboidratos (batata, raízes, cereais, massas e farináceos), 3 horas. Cada um desses alimentos precisa de um suco digestivo diferente para ser digerido, e esses sucos não combinam entre si. Em outras palavras: se consumir proteína e carboidrato na mesma refeição, a reação química entre eles será neutralizada e a digestão anulada. Conclusão: depois de comer uma proteína, aguarde 4 horas antes de ingerir outro alimento. Após comer um carboidrato, espere 3 horas.

Proteínas com proteínas

Não combine numa mesma refeição duas proteínas diferentes. Exemplos: bife à parmigiana (carne + queijo), omelete de queijo (ovos + queijo), bife a cavalo (carne + ovo). Quando ingeridas simultaneamente, o organismo não consegue processá-las direito e acabam apodrecendo no estômago.

Líquidos e sólidos

Tomar líquidos durante a refeição dilata o estômago e atrapalha a digestão, já que dilui os sucos digestivos e diminui seu poder de atuação. Portanto, beba líquidos até 10 minutos antes ou 2 horas depois.

Respeitar as etapas do processo digestivo

Depois de escolher os alimentos corretos, é hora de aprender a comê-los de acordo com os ciclos determinados pelo higienismo. No gráfico abaixo você vai conferir que existe o momento certo para ingerir alimentos, assimilar nutrientes e eliminar resíduos...

Eliminação das 4hs ás 12 hs: Momento em que o organismo se livra dos resíduos não aproveitados. Os únicos alimentos liberados nesse horário são as frutas.

Ingestão das 12hs ás 20 hs: Período que devem ser feitas as refeições ( almoço e jantar )


Assimilação das 20 hs ás 4 hs: Durante este período não se pode comer nada, o organismo está assimilando os alimentos ingeridos durante o dia.


Fonte: Planeta Natural - Equipe de Jornalismo

jornalismo@planetanatural.com.br

domingo, 12 de setembro de 2010

Parábola do Poço de Piche





Li essa mensagem no blog: http://a-casa-real-de-avyon.blogspot.com/    e tive muita vontade de transcreve-la aqui. Essa mensagem me fez ver muitas verdades e principalmente o quanto somos capazes de influenciar o meio em que vivemos.



Parábola do Poço de Piche




Kryon IV, As parábolas de Kryon



Imagine-se a si mesmo junto com muitos outros seres humanos em um poço de piche, cobertos da cabeça aos pés, incapazes de se moverem rapidamente de um lugar ao outro devido à espessura do piche. À medida que se desloca penosamente de um lugar ao outro, você vai se acostumando com esta situação e, ano após ano, vive sua vida deste modo, junto aos demais. Assim como a gravidade do Planeta, o empecilho do piche simplesmente é aceito, é uma realidade para todos. Este é seu estado imaginado.



De repente, porém de maneira tranquila, lhe é oferecido um presente de Deus. Trata-se de uma ferramenta “mágica”, que limpa seu corpo e o mantém limpo, ainda que permaneça no piche! Como um campo energético, repele o piche à medida que você avança entre ele. Você aceita o presente, e o trabalho que o acompanha, e começa a aprender a usá-lo. Você muda lentamente. Para os demais, está começando a se destacar, porque você é diferente; renovado e limpo, enquanto eles se movem ao seu redor, ainda no obscuro piche. Começa a se dar conta de como você tem co-criado esta situação para você, porém, também se dá conta de que se tratava de um presente muito pessoal e, portanto, não diz nada.



Porém, você crê que os que lhe rodeiam não perceberão enquanto você anda livremente sem que o piche lhe toque ou impeça seus passos? Verão como o piche toca seu corpo e nunca o suja. Que crê que acontecerá? Ah, note! ELES estão a ponto de mudar! A primeira coisa que ocorrerá é que, aonde você vá, sempre haverá espaço, porque abrirão as portas pra você. A segunda coisa que ocorrerá é que lhe perguntarão como é possível algo assim. E quando descobrirem a “ferramenta mágica de Deus”, cada um deles começará a usá-la por si mesmo, e haverá mais humanos “limpos”; cada pessoa estará criando, pessoalmente, para si mesma, igual você o fez.



Enquanto sua vida continua serenamente durante um período um período de tempo, note o que acontece aos que lhe rodeiam. Mais da metade deles estarão “limpos”, e sem o empecilho do piche. Pare uns instantes e pense no que realmente aconteceu. Você não fez propaganda do seu presente, nem pediu a nenhuma destas pessoas que mudassem e, não obstante, elas mudaram. Assim é como o resultado do trabalho de somente um cria para muitos!



Dizemo-lhes, queridos, que quando vocês mudam a si mesmos, este é o início da mudança ao redor de vocês. Os humanos não podem permanecer quietos quando vêem paz e amor emanando de vocês. Tem o poder de unir e está cheio de amor, ao mesmo tempo. Como um ímã entre outros ímãs, sua nova polaridade terá efeito, mais cedo ou mais tarde, no alinhamento de todos os que lhe rodeiam, e sua existência nunca mais será igual.





-Traduzido por José Paulo. Santa Bárbara dOeste, SP. jpcambraia2@gmail.com

-http://traduzindoalexiis.blogspot.com/

-Site original de Alexiis: http://alexiis-vozdelaluz.blogspot.com/

-Página da mensagem “Buscando se encontra”: http://alexiis-vozdelaluz.blogspot.com/2010/09/buscando-se-encuentra.html

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Expectativa x Frustração




“Pare de procurar preencher as expectativas dos outros e pare de esperar que os outros preencham as suas. Lembre-se: se você sofrer, você estará sofrendo por sua causa; se os outros sofrem, eles sofrem por causa deles. Ninguém sofre por causa dos outros – lembre-se disso profundamente. Somente, então, você será capaz de ser realmente sincero para com seu ser interior.”


“Uma vez que você abandone as expectativas, você aprendeu a viver. Então tudo o que acontece o(a) deixa satisfeito(a), seja o que for. Você nunca fica frustrado, simplesmente porque, em primeiro lugar, você não estava esperando nada. Assim, a frustração é impossível. A frustração é uma sombra da expectativa. Com o abandono da expectativa, a frustração cai por sua própria conta.”


Osho

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Quando o corpo fala...





Preste atenção nos sinais do seu corpo…

Eles mostram a batalha entre a resistência da mente e os clamores do espírito.



O resfriado escorre quando o corpo não chora.

A dor de garganta ou rouquidão aparecem quando calamos às aflições.

O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.

O diabetes invade quando a doçura fica represada.

O corpo engorda quando a insatisfação quer explodir.

A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam.

O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.

A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.

As unhas quebram quando nossa fragilidade se sente ameaçada.

O peito aperta quando o orgulho escraviza.

A pressão sobe quando o medo aprisiona.

As neuroses emergem quando a “criança interna” tiraniza.

A temperatura sobe quando as defesas já não podem mais.
 
 
 
 
Autor Desconhecido
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