Pensamentos

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sábado, 10 de julho de 2010

Conversas Difíceis

Com maior freqüência da esperada, em casa, no trabalho e na rua, enfrentamos situações que nos resultam complexas de manejar.

Pedir um aumento de salário, acabar com uma relação, despedir um empregado, enfrentar-se à falta de respeito, pedir desculpas, dizer para seu vizinho que não suporta mais o latido de seu cachorro, podem ser exemplos de assuntos que resultam difíceis de serem tratados.
Sentimo-nos vulneráveis, expostos, nos questionamos sobre o quê vão pensar as pessoas de nós, etc.
Como se isso não bastasse, a pessoa com quem temos que falar, pode acrescentar mais alguma dificuldade, principalmente se é uma pessoa que queremos, respeitamos e/ou da que dependemos hierarquicamente.

Essas situações aumentam nossos níveis de ansiedade, provocam medos e fazem com que passemos noites inteiras acordados pensando o que fazer: devo ou não dizer o que tenho que dizer?
Antes de ter uma conversa difícil com o outro, primeiro a temos com nos mesmos. A partir dessa pergunta, começamos a ensaiar diferentes cenários em nossa mente com um realismo quase surpreendente.
O que começa com uma dúvida, acaba com outra dúvida ... e depois quê? o que vai acontecer?

As conversas difíceis nos enfrentam a um dilema que não tem resposta fácil.
A conveniência e o momento indicado de manter uma conversa tão difícil para nós, vai ser variável dependendo do caso, vai depender de diferentes fatores que temos que considerar e os resultados são, em geral, uma grande interrogante.

O certo é que as conversas difíceis são parte das nossas vidas e sempre vão ser um desafio.

Algumas delas vai ser melhor evitá-las em prol de um bem maior; outras não vamos ter outra saída mais que afrontá-las.
Nesse caso, o ponto chave é “o como”.
Como fazer para ter uma conversa por mais difícil que ela for, sem perder de vista o objetivo e tomar conta ao mesmo tempo da relação? Como fazer para que as emoções estejam a nosso favor e não contra nós? Como fazer para acabar uma conversa difícil com a sensação de uma auto-estima melhorada, com o respeito por nós e pelo outro incólume?
Como fazer para estar cada vez mais confiantes de poder manejar de forma assertiva nossas próximas conversas difíceis?
Como fazer para que nossas conversas difíceis sejam cada vez menos difíceis?

O modelo desenvolvido por nossos amigos e colegas Bruce Patton, Doug Stone e Sheila Heen (membros do Projeto de Negociação de Harvard) e que no CMI internacional Group e o Centro de Integração e Aplicação das Novas Ciências da Conduta, complementamos com os aportes das mais modernas correntes psicológicas, oferece um marco prático e inovador desenhado para oferecer às pessoas e às organizações novas ferramentas para desenvolver suas habilidades comunicacionais de forma de manejar suas conversas mais difíceis de uma forma efetiva e eficiente e assim transformá-las em conversas produtivas para todas as partes.

Esse modelo salienta que não importa o contexto nem o assunto, as coisas que fazem que as conversas difíceis sejam difíceis, são as mesmas.

Também apresenta a idéia de que todas as conversas difíceis compartilham uma mesma estrutura que chama de: Três em uma.

Para esse modelo cada conversa difícil não é apenas uma conversa mas sim três conversas em uma.

O conflito ocorre em três níveis:

1. A conversa do que foi que aconteceu: tem a ver com a substância, com quem disse o quê, a quem, quando e onde. É nessa conversa na que perdemos a maior parte do tempo em nossas conversas difíceis, concentrando-nos em quem foi o culpado do que aconteceu, tentando adivinhar as intenções do outro quando disse isso ou aquilo, lutando com toda nossa alma e coração por ver quem tem a razão e vendo as coisas desde um ângulo só sem perceber que essa forma de ver as coisas é uma forma de deixar de ver outras.
2. A conversa das emoções: as conversas difíceis, não apenas versam sobre motivos mas também implicam emoções. Sem dúvida alguma, a resolução de um problema é mais simples do que falar das emoções, principalmente em contextos em que a emotividade parece ser incompatível com a racionalidade e a produtividade como no ambiente de trabalho. Mas, quando as emoções são parte central do conflito, tentar deixá-las por fora da conversa resulta impossível; perde-se a essência e a resolução do problema fica demorada.
3. A conversa de identidade: versa sobre o que disse essa conversa de mim. Tem a ver com quem somos, acreditamos ser ou fizeram-nos acreditar que somos. Sempre que uma conversa fica difícil para nós é porque de algum jeito nos atinge de forma significativa, questiona-nos em nosso foro mais íntimo e no processo de uma conversa difícil: a aparição desses questionamentos fazem com que percamos o equilíbrio.

Em cada um desses níveis, fazemos de forma espontânea (automática), o que nos resulta fácil, que, em geral, contribui para que as conversas difíceis sejam mais difíceis do que deveriam, e suas conseqüências, mais daninhas para nossas relações significativas.

Por isso, aprender a manejar nossas conversas difíceis é, sem dúvida alguma, um dever mais do que uma boa idéia.


Psic. Gabriela Decaro
CMI International Group
www.cmiigroup.com

terça-feira, 6 de julho de 2010

VEGETARIANISMO NOS TEMPOS ATUAIS




Uma das grandes contradições de todo o desenvolvimento é a de que milhares de seres humanos morrem de fome. De outro lado , o que se gasta para alimentar o gado, daria para alimentar toda a população com fome em nosso planeta. Não precisaríamos destruir florestas para transformá-las em pastos, preservando mais o nosso meio-ambiente.

Para se produzir 450 grs. de carne de vaca, são necessários 3Kg de sementes. Estes, por sua vez requerem 3.000 litros de água. No mundo inteiro é cada vez maior a quantidade de água usada em porcos e galinhas, em vez de serem empregadas na irrigação das plantações destinadas ao consumo direto.

Uma grande solução para um planeta com fome, seria transformar os pastos em campos de agricultura. Os países em desenvolvimento onde milhões de pessoas passam fome exportam grãos aos países desenvolvidos para alimentar os animais servidos nas mesas. Se consumirmos os grãos que cultivamos em vez de dá-los aos animais, acabaríamos com a escassez de alimentos, cem acres produzem carne para vinte pessoas, mas graos suficientes para alimentar duzentose quarenta.

Nos EUA o volume de fezes animais é 130 vezes supeior ao de excrementos humanos. As fezes de vaca tem provocado mortes de peixes e surgimento de doenças. Sabe-se que uma uma fazenda em Utah, produz mais dejetos do que a cidade de Los Angeles.

Da Indonésia à Amazônia as florestas estão sendo queimadas para servirem de areas de pasto. Na China, a ampliação do consumo de carne, resultou em uma maior incidência de casos de obesidade, doenças cardíacas, câncer de mama e de cólon

Drº Vernon Coleman – Membro da Sociedade Real de Medicina na Inglaterra - , autor de inúmeros livros e artigos na área da medicina humana e do combate à experimentação animal, afirma que nos Estados Unidos, 55% de toda a produção de antibióticos é destinada aos animais e o índice de infecções causadas por estafilococos resistentes à penicilina subiu de 13% em 1960 para 91% em 1988. Os animais sofrem dor e medo como nós. Passam as últimas horas de sua vida trancados em um caminhão, encerrados com centenas de outros animais, igualmente apavorados, e depois são empurrados para um corredor da morte ensopado de sangue. Ele afirma também que Consumidores de carne estão mais propensos às seguintes enfermidades: anemia, apendicite, artrite, câncer da mama, câncer do cólon, câncer da próstata, prisão de ventre, diabete, cálculos biliares, gota, pressão alta, indigestão, obesidade, hemorróidas, enfartos e varizes. O índice de pessoas hospitalizadas que são vegetarianas a vida toda é 22% menor do que o das que se alimentam de carne — e o período de internação também é menor. O nível de colesterol dos vegetarianos é 20% mais baixo e isto reduz consideravelmente a incidência de enfartos e o risco de câncer.

As dietas vegetarianas, como todas as dietas, precisam ser apropriadamente planejadas para serem adequadas em termos nutricionais.

Associação Dietética Americana (ADA), relata dados científicos que indicam relações positivas entre a dieta vegetariana e a redução do risco de várias doenças e condições degenerativas crônicas, como obesidade, doença arterial coronariana, hipertensão, diabete melito e alguns tipos de câncer.

Existe uma diversificação nos padrões vegetarianos. Os ovo-lacto-vegetarianos baseiam-se em cereais, leguminosas, verduras, frutas, leguminosas, amêndoas e castanhas, laticínios e ovos e exclui carne, peixe e aves. O do vegan, ou vegetariano total, é semelhante ao do ovo-lacto-vegetariano exceto pela exclusão adicional de ovos, laticínios e outros produtos de origem animal.

Segundo o parecer da Associação Americana do Coração (AHA) : A maioria das dietas vegetarianas é pobre em produtos de origem animal. Também costumam ter índices de gordura total, gordura saturada e colesterol mais baixos que as dietas não vegetarianas. Muitos estudos demonstraram que os vegetarianos parecem apresentar um risco menor de obesidade, doença coronariana (que provoca ataques cardíacos), pressão alta, diabete melito e algumas formas de câncer.

No entanto, a dieta vegetariana pode não ser saudável caso contenha calorias em excesso e quantidade insuficiente de nutrientes importantes.

As dietas vegetarianas podem ser saudáveis e completas em termos nutricionais quando são cuidadosamente planejadas para incluir nutrientes essenciais. Orientações do Sitio Vegetariano, coordenado por Marly Winckler socióloga, vegetariana desde 1982, Coordenadora para a América Latina e o Caribe da União Vegetariana Internacional e preside a Sociedade Vegetariana Brasileira :

Não é preciso comer alimentos de origem animal para ter proteína suficiente na dieta. As proteínas vegetais, sozinhas, podem fornecer a quantidade necessária de aminoácidos essenciais e não essenciais, contanto que as fontes protéicas sejam variadas e a ingestão de calorias seja suficientemente alta para atender à necessidade energética. Cereais integrais, leguminosas, legumes, verduras, sementes e castanhas contêm, todos, aminoácidos essenciais e não essenciais. Não é preciso combinar cuidadosamente esses alimentos (“proteínas complementares”) dentro da mesma refeição.

Já se demonstrou que a proteína da soja é igual às proteínas de origem animal. Pode ser sua única fonte de proteínas, se você quiser.


Ferro: Os vegetarianos podem sofrer um risco maior de deficiência de ferro do que os não vegetarianos. Feijão, espinafre, produtos enriquecidos, levedo de cerveja e frutas secas são boas fontes vegetais de ferro.


Vitamina B-12: algumas marcas enriquecidas de flocos de cereais, de bebidas à base de soja, de levedo de cerveja e de outros alimentos (verifique os rótulos), além de suplementos vitamínicos.

Cálcio: Os estudos mostram que os vegetarianos absorvem e retêm mais cálcio dos alimentos que os não vegetarianos. Verduras como espinafre, couve e brócolis e algumas leguminosas e produtos à base de soja são boas fontes vegetais de cálcio.

Zinco: O zinco é necessário para o crescimento e o desenvolvimento. Entre as boas fontes vegetais estão os cereais, as castanhas e as leguminosas

O que é natural ? É natural levarmos os nossos filhos em matadouros, para que eles vejam e saibam como os alimentos chegam para ele ? Tenho certeza absoluta que esse não seria um bom programa para qualquer criança. Agora sinto que todos eles gostariam de ir a um pomar, colher frutas, ou numa horta . Por que ?

Porque comer carne não é tão natural assim ! Para nós, alguns macacos e outros animais.

As feras se deliciam quando vêem um corpo esquartejado saindo sangue, e os levam para os seus filhotes, é um grande prazer. Nós sentimos enjôo, ficamos chocados.

Um dos maiores filósofos gregos, Pitágoras, condenava o hábito de comer carne. Os pitagóricos eram vegetarianos e faziam refeições simples. Um pouco mais tarde na Grécia havia Hipócrates, o Pai da Medicina. Foi o maior médico da Grécia, e dizia:

“Todo o homem deve ser um aprendiz da natureza. Se realmente deseja cumprir o seu dever, deve tratar de conhecer as relações que existem entre a saúde do homem e a sua alimentação”.


sábado, 3 de julho de 2010

Metafísica da Saúde

Segundo a psicóloga Americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós.

Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo.

Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão, diz a psicóloga Americana Louise L. Hay.

Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar.

Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais.

Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão.

Perdoar dissolve o ressentimento.

A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas,

elaboradas pela psicóloga Louise.

Reflita, vale a pena tentar evitá-las:

DOENÇAS/CAUSAS:

AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.

ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.

APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.

ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.

ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.

ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.

BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões

CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.

COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.

DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.

DIABETES: Tristeza profunda.

DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.

DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de auto-valorização.

DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente. Pessoas que

procuram se apoiar nos outros.

ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.

FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro(a).

FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.

GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.

HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.

HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.

INSÔNIA: Medo, culpa.

LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.

MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.

NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.

PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.

PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.

PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.

PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança.. Derrotismo.

PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.

PULMÕES: Medo de absorver a vida.

QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.

RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.

REUMATISMO: Sentir-se vitima.. Falta de amor. Amargura

RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.

RINS: medo da crítica, do fracasso, desapontamento.

SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.

TIREÓIDE: Humilhação.

TUMORES: Alimentar mágoas.. .Acumular remorsos.

ÚLCERAS: Medo... Crença de não ser bom o bastante.

VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.

Curioso não?

Por isso vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos...

Principalmente daqueles, que escondemos de nós mesmos.

Quem esconde os sentimentos, retarda o crescimento da Alma'.

Remédios indicados: Auto-estima, Perdão, Amor.


Fonte:http://www.bancodesaude.com.br/user/1402/blog/metafisica-saude-o-significado-das-doencas

domingo, 27 de junho de 2010

Einstein




"O ser humano vivencia a si mesmo, seus pensamentos,como algo separado do resto do universo numa espécie de ilusão de óptica de sua consciência. e essa ilusão é um tipo de prisão que nos restringe a nossos desejos pessoais, conceitos a ao afeto apenas pelas pessoas mais próximas.
Nossa principal tarefa é a de nos livrarmos dessa prisão ampliando nosso circulo de compaixão para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza em sua beleza. Ninguém conseguirá atingir completamente este objetivo mas, lutar pela sua realização, já é por si só parte de nossa liberação e o alicerce de nossa segurança interior."

(Albert Einstein)

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Entrevista sobre Espiritualidade dos Animais

Entrevista com o veterinário Marcel Benedeti.

Que Deus Abençoe sua nova jornada no mundo espiritual.


quinta-feira, 24 de junho de 2010

Criando vida... Metafísica da Saúde



Quem já não ouviu falar sobre as doenças psicossomáticas? Mas, como se dá a transposição da enfermidade corpo físico? Essa é a chave para a verdadeira saúde.

Valcapelli




A condição interna do ser humano é um fator determinante para a saúde do corpo. Quando esse é afetado por alguma doença, sem dúvida existe algum conflito desestabilizando o quadro emocional da pessoa. As pesquisas sobre a causa metafísica das doenças objetivam exatamente a compreensão da origem dos males físicos, possibilitando ao doente um recurso de auto ajuda. E tudo isso segue paralelo ao tratamento clínico, indispensável para a breve recuperação do organismo afetado pela doença.

Apesar das pesquisas metafísicas não serem de cunho científico, elas têm sido recebido com grande simpatia por muitos profissionais da área de saúde, pois abordam fatos facilmente observados em seus consultórios, durante o contato com os enfermos. Muitos médicos, além de simplesmente diagnosticar doenças, mantêm uma boa relação médico-paciente. Esse procedimento é de máxima importância. Não basta conhecer o histórico físico da pessoa - também é necessário tratá-la com humildade, reconhecendo as angústias e medos que a doença pode desencadear naquele ser. O médico que adota essa conduta é benquisto pelos pacientes, e tal procedimento conta muito na hora de escolher com qual profissional a pessoa irá se tratar. Essa atitude por parte do médico acaba ajudando o paciente a entrar em contato com suas emoções para identificar as principais dificuldades, medos e receios que criam uma espécie de ressonância com certos males físicos. O médico pode inclusive averiguar a veracidade de suas descobertas sobre a condição emocional que provoca a somatização da doença no corpo.

Os estudos acerca do emocional desencadeador dos males físicos não põem a baixo os caminhos orgânicos das doenças; apenas acrescenta, desvendando a condição interna do doente.

E nem tampouco descarta a necessidade de tratar o órgão adoecido. É importante observar que, quando existe a somatização no físico, há a necessidade da ação medicamentosa ministrada pelos médicos.

As descobertas sobre a causa metafísica das doenças representam um recurso a mais para sanar o mal do corpo por meio da reformulação interior - afinal, o maior aval das causas metafísicas das doenças é dado pelas próprias pessoas que apresentam os sintomas, pois eles revelam os conflitos e dificuldades com que elas freqüentemente se deparam na vida cotidiana.



Como pesquisador metafísico, tenho investido toda minha atenção na descoberta das origens metafísicas dos problemas que afetam o corpo. Venho realizando esse trabalho há mais de seis anos, ministrando cursos sobre este tema e dando orientações em meu programa semanal na Rádio Mundial FM (95,7, todas as quartas-feiras, das 9 às 10 da manhã). Minhas orientações sobre as doenças e a necessidade do paciente realizar um trabalho interior têm sido praticadas por aqueles que me solicitam e os resultados têm sido surpreendentes. O sucesso desse trabalho deve-se à grande verdade contida naquilo que é apontado para as pessoas, pois atinge o principal foco de conflito vivenciado em suas vidas. Já lancei o primeiro volume de uma obra elaborada com o objetivo de explicar a causa metafísica das principais enfermidades que afetam os órgãos do corpo. O livro foi publicado em parceria com Luiz Antonio Gasparetto, intitulado Metafísica da Saúde (Editora Vida & Consciência).

Por que adoecemos?

A doença é um processo orgânico que se instala em corpos debilitados. Por exemplo: uma infecção provocada por agentes transmissores. Os mecanismos que desencadeiam as moléstias são devidamente traçados pela medicina, mas existe uma grande margem para o questinamento: por que muitas pessoas têm contato com o mesmo vírus e só algumas são contagiadas? A vulnerabilidade do sistema imunológico, que permite a proliferação dos agentes invasores, ocorre devido a uma condição interna desestabilizada. Cada distúrbio orgânico decorre de um conflito emocional, que a metafísica da saúde aponta com precisão, compreendendo, portanto, o que está acontecendo com a pessoa para seu corpo adoecer.

O corpo não altera seu metabolismo ou apresenta fragilidade de um órgão de maneira aleatória - tudo ocorre devido a uma condição conflitante do ser que habita o organismo. Nós todos somos individualidades manifestando-se na esfera física, animando um corpo com muitos órgãos e uma infinidade de funções biológicas. A metafísica da saúde tem como principal objetivo identificar os conflitos que desencadearam determinado mal físico. É importante compreender que cada pessoa é uma individualidade à parte, mas somos muito parecidos nas dificuldades e conflitos que enfrentamos.

Cada um de nós está vivenciando situações que visam desenvolver os potenciais do nosso ser. Muitos apresentam conflitos entre a vontade de realizar ou não alguma coisa, ou mesmo de expressar seus medos, insegurança, incertezas etc. Geralmente isso ocorre devido pela falta de autovalorização, pela baixa estima, pela negação de si próprio no meio em que habita. As pessoas sufocam suas vontades, mas não as perdem. Pode-se dizer que, mesmo não realizando o que gostariam, elas continuam sentindo o desejo, e este permanece tão reprimido que nem elas mesmas se dão conta de sua existência. O mesmo ocorre com os potenciais latentes no ser: eles podem ser reprimidos, mas nunca os perdemos.

O fato de continuar existindo um foco de vontade gera impulsos que mobilizam a bioenergia do corpo para sua manifestação. Esse processo é interrompido pelos bloqueios estabelecidos no universo psicológico e cria os conflitos que, metafisicamente, são o foco desencadeador das doenças no corpo. Em resumo esse processo interno provoca os distúrbios fisiológicos no corpo e é a causa metafísica das doenças.

Visão holística


A metafísica compreende o ser como um todo. A alma mobiliza os fenômenos psíquicos e do inconsciente brotam as emoções. Portanto, não se pode conceber que o foco do conflito seja puramente psicológico. As repressões estabelecidas por conceitos e valores absorvidos durante a vida não são a principal causa dos males físicos, mas sim os sentimentos nocivos que as pessoas cultivam em seu interior, como mágoas, ressentimentos, etc. Existem ainda as condições de autodepreciação, como falta de amor próprio, etc. Essas posturas internas desencadeiam mecanismos psicológicos e figuram entre as principais causas dos males orgânicos. A metafísica da saúde oferece uma visão holística dos mecanismos psicossomáticos. O corpo é o veículo de manifestação do ser e o referencial de expressão dos potenciais da alma. Cada parte do corpo reflete um conteúdo espiritual. Quando preservamos essas condições internas nós mantemos a saúde.

Vejamos agora, de forma resumida, o que alguns sistemas do corpo representam metafisicamente:

Sistema Respiratório: capacidade de interação com o ambiente. A saúde desse sistema é mantida quando a pessoa interage bem com o meio onde vive, sentindo-se parte integrante dele. Em geral, problemas respiratórios refletem as dificuldades para se inteirar com a vida e expressar-se diante das pessoas ao redor.

Sistema Circulatório: capacidade de fluir pela vida, fazer aquilo que a pessoa tem vontade, de modo a não gerar desarmonia no ambiente. Realizar tudo que for necessário para bem viver, para manifestar as idéias e realizar os objetivos. De modo geral, as doenças cardiovasculares refletem a maneira indevida com que as pessoas conduzem sua vida. Elas não preservam aquilo que brota do seu ser, reprimem-se diante dos obstáculos, ou ainda, substituem seu valores básicos, passando a viver em função de objetivos que não são verdadeiramente importantes ao seu ser.

Sistema Urinário: reflete o âmbito da parceria e relacionamento. É o referencial da habilidade de se relacionar: manifestar sentimentos, estabelecer laços afetivos e promover uma convivência feliz. A pessoa que apresenta complicações renais encontra muita dificuldade para estabelecer relacionamentos harmoniosos em sua vida.

Cada órgão que integra os sistemas do corpo possui uma representação metafísica. Conseqüentemente as doenças têm um fator emocional desestabilizado. Uma vez reparado o problema, através da consciência metafísica, a pessoa obterá condição internas favoráveis a sua completa recuperação.




(Matéria publicada na Revista Terapias Holísticas
Ano I - Nº 02 - sessão Energia & Mente - págs. 32 à 37)

sábado, 19 de junho de 2010

Missão




Cada pessoa está aqui nesse momento buscando ser melhor, todo mundo busca a felicidade, e para cada pessoa a felicidade é algo diferente....

O importante é que cada um olhe dentro de si e se pergunte, o que eu gosto de fazer? O que eu sei fazer e faço bem? Provavelmente na sua resposta você vai encontrar um direcionamento, siga o que seu coração diz... Uma longa jornada começa com o primeiro passo, e com certeza durante a caminhada outras possibilidade, outros caminhos sempre aparecerão... Isso é evolução, conforme trilhamos esse caminho vamos encontrando novas possibilidades e também novas pessoas... Cada um trilha seu caminho, cada qual com sua motivação, sua velocidade, e trazendo um ensinamento novo para nossa vida... Quando estiver em dúvida, se volte novamente para seu coração, com certeza ele irá te direcionar...

As atribulações sempre irão existir, quando você estiver com raiva, com medo, ou em algum tipo de estado de euforia, espere um pouco, ouça o que vem de dentro... Com o tempo você vai conseguir identificar as respostas e as soluções com mais rapidez... mas não se esqueça tudo tem que ter um inicio...

Paz

Talita Silveira

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Crises

Ao ver o video "Reality is a Matrix" refleti bastante... Gostaria de postar uma analogia que eu fiz baseada em uma frase desse video: " ... quando um sitema se encontra altamente desestabilizado, ocorrem mudanças aleatórias que, de repente, se auto-organizam em maior complexidade.".

Todo o conteúdo do vídeo é ótimo, me identifiquei com praticamente tudo, mas quero citar hoje sobre essa frase em especial, por traduzir em palavras uma vivência pessoal.




É comum estarmos vivendo nossa vida, com certa tranquilidade, quando de repente, acontece algo inesperado... Nesse momento saimos de nosso equilibrio, muitas vezes entramos no problema com tanta profundidade que fica dificil sair.

Nesse momento temos duas possibilidades, ficamos deprimidos e reclamando, ou tomamos uma atitude, refletimos e agimos...

Quando optamos pela segunda alternativa passamos a vivenciar uma grande aprendizagem (infelizmente identificada por poucos), passamos a refletir sobre a vida, principios, ações, e tudo isso nos leva a uma reorganização da nossa própria vida.

Com a dificuldade nós aprendemos, após uma crise somos mais experientes, e mais capazes em diversos aspectos. Quando superamos um problema, ele deixa de existir, pois adquirimos as ferramentas necessarias para lidar com ele.

Por isso eu acho muito importante ter a percepção necessaria para analisar a própria vida e as próprias dificuldades, olhe para o seu problema e para o meio em que ele está envolvido, aprenda, cresça, evolua...

A vida é uma escola, o aprendizado ocorre com as dificuldade, e o reconhecimento vem com a maturidade...

Sabemos que sempre teremos algum tipo de dificuldade em nossas vidas, mas principalmete é preciso reconhecer que TEMOS uma vida. Não perca tempo sonhando demasiadamente com o futuro ou se culpando pelo passado, viva o presente... É no presente que tudo acontece...

Aprecie a vida e saiba olhar com sensibilidade tudo de bom que você tem agora, nesse EXATO MOMENTO.


Muita Paz em seu Coração

Talita Silveira

Reality is a Matrix

Gostei muito desse video, esclarecedor e enriquecedor...


terça-feira, 15 de junho de 2010

Religião

"A religião do futuro será cósmica e transcenderá um Deus pessoal, evitando os dogmas e a Teologia. Abrangendo os terrenos material e espiritual, essa religião será baseada num certo sentido religioso procedente da experiência de todas as Coisas, naturais e espirituais, como uma unidade expressiva ou como a expressão da Unidade."

A. Einstein

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Vida: contingências e reações.

No nosso dia a dia existem muitos tipos de pessoas, cada uma delas com seus históricos, traumas, amores e valores... Existem aquelas de má fé que querem tirar vantagem das situações, e também existem pessoas que são vítimas de sua própria ingenuidade ou ignorância... Claro que entre esse dois tipos citados existem milhares de outros, mas no caso quero comentar sobre esses dois extremos.

Levando em consideração esses dois tipos (e suas variantes) fica bastante difícil confiar plenamente em alguém, e friso o plenamente, porque em maior ou menor grau sempre temos que confiar nas pessoas, em suas capacidade e aptidões.

Já no caso da confiança plena costumo dizer que não confio plenamente em ninguém, não que eu sofra ou seja prejudicada de alguma forma com isso... Eu simplesmente aceito que de acordo com as contingências as pessoas acabam reagindo, e muitas vezes essas reações não são plausives, ou tão corretas quanto a maioria gostaria que fosse...

Mas nem por isso a pessoa deixa de ter o seu lado bom... Penso que a maioria das pessoas ao julgar as outras analisam o fato em si, e muitas vezes os motivos desencadeadores não são levados em consideração...


Mas acredito que a avaliação mais profunda da pessoa e dos motivos que a levaram a agir " errada ou precipitadamente " devem ser levados em consideração... Acredito que a leitura corporal e facial são muito importantes nesses casos, não para que se " feche um diagnóstico ", mas sim para que possamos perceber as tendências e emoções daquela pessoa...

Para mim é importante perceber isso para que eu possa me posicionar a respeito, para ver se é preciso ter tolerância ou não... Confesso que estou tentando melhorar a tolerância em minha vida, para mim é difícil compreender muitas vezes algumas situações... mas vamos lá, cada um com seus limites e superações...

Talita Silveira

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Espero a minha vez (Nx Zero)

Se o medo e a cobrança, tiram minha esperança,
tento me lembrar, de tudo que vivi,
e o que tem por dentro, ninguém pode roubar.

Descanço agora, pois os dias ruins, todo mundo tem,
já jurei pra mim, não desanimar.
E não ter mais pressa, pois sei que o mundo vai girar,
o mundo vai girar, eu espero a minha vez.

O suor e o cansaço fazem parte dos meus passos,
o que nunca esqueci é de onde vim,
e o que tem por dentro, ninguém pode roubar.

Descanço agora, pois os dias ruins, todo mundo tem,
já jurei pra mim, não desanimar.
E não ter mais pressa, pois que o mundo vai girar,
o mundo vai girar, e eu espero a minha vez.

E eu não to aqui pra dizer o que é certo e errado,
ninguém tá aqui pra viver em vão.
Então é bom valer a pena, então é pra valer a pena, ou melhor não.

Os dias ruins, todo mundo tem,
já jurei pra mim, não desanimar
E não ter mais pressa, pois sei que o mundo vai girar,
o mundo vai girar, e eu espero a minha vez.
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