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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Eu acredito...



Acredito que estamos aqui neste planeta para aprender, da mesma forma que acredito que cada dificuldade vem de encontro às nossas necessidades de crescimento. No momento da dificuldade, por maior que ela seja, podemos escolher se vamos viver com o foco naquilo que aconteceu de ruim ou se vamos focar na superação e no crescimento para continuar em frente.

Acredito também que julgamos os acontecimentos e as pessoas de acordo com nossas próprias medidas, e nunca conseguimos ser justos em nossos julgamentos pelo simples fato de desconhecermos o íntimo de cada um.

Acredito que os pensamentos nos levam aos sentimentos, e estes nos levam aos comportamentos e reações. Embora nós seres humanos nos julguemos seres racionais, em 90% do tempo agimos embasados em sentimentos. O que acontece muitas vezes é que usamos nossa capacidade racional para justificar nossas escolhas e atitudes, por exemplo, quando uma pessoa nos causa uma sensação estranha, nós logo justificamos que aquela pessoa não é muito bacana, ou ainda, quando alguém discorda daquilo que acreditamos, nós o ignoramos.

Acredito também que por não saber lidar com aquilo que acontece dentro de nós, refletimos no mundo nossas próprias dificuldades. Por mais que seja cômodo culpar pai, mãe, marido, filho, vizinho ou patrão pelos nossos problemas, cabe a nós buscar uma solução. A pessoa que se sente incomodada e com dificuldades de relacionamento ou de vida deve buscar a superação desse conflito. Li certa vez em um livro que " a solução do problema nunca está no mesmo nível energético que o criou" , isso quer dizer que enquanto continuar vivenciando o problema ele vai te acompanhar, ao passo que, se você olhar pra frente, avaliar a situação de forma positiva e decidir de forma segura ir em frente, você vai conseguir. Não estou dizendo que é fácil, só estou dizendo que é possível, isso se chama capacidade de resiliência, coisa que ninguém nos ensinou na escola.

Como eu disse no inicio deste texto, nossas dificuldades nos são dadas para que possamos aprender, e assim nos tornarmos pessoas melhores, evoluir mentalmente, emocionalmente e espiritualmente. Existe um provérbio que diz: " Mar calmo nunca fez bom marinheiro" .

Talita Silveira

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Tô me afastando de tudo que me atrasa...



Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem. Tô aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem. Tô me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém. Tô trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também. Ultimamente eu só tô querendo ver o ‘bom’ que todo mundo tem. Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém. Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem. Tô feliz, tô despreocupado, com a vida eu tô de bem.


( Caio Fernando Abreu )

domingo, 14 de outubro de 2012

Mude seu jeito de pensar e mude sua vida



A força dominante na sua vida é a maneira como você pensa. Se você achar que vai ser um sucesso (ou não) vai estar sempre certo.

Então a primeira coisa você tem que fazer é dar-se permissão para ter sucesso, livrar-se de seus bloqueios pessoais.

Ser um sucesso significa perder o medo de errar, a vergonha e a raiva de ouvir críticas e simplesmente aceitar que as coisas têm mais de uma forma de serem feitas. Nem tudo na vida é branco ou preto. A vida não é uma coisa estática, parada. Você está sempre avançando em alguma direção. Quando você acha que está tudo parado, mesmo assim o tempo está passando, junto com outras coisas, pessoas e circunstâncias.

A cada dia que passa, estamos sempre nos aproximando ou afastando de nossos objetivos, com maior ou menor velocidade. E você: está avançando na direção certa, na velocidade certa?

Por exemplo, já sabemos que a melhor forma de lidar com um problema é enfrentá-lo. Mas a maioria das pessoas prefere empurrar com a barriga, para não ter que mudar algo nas suas vidas. Na prática não querem tentar nada de novo, embora da boca para fora o discurso seja outro.

Não temos que temer as novas ideias, mas sim as velhas. Se for para errar, que pelo menos seja um erro novo.

Quem não muda não cresce. E quem não cresce não vive. Se você quer que as coisas mudem em sua vida, mude os estímulos que recebe tanto do mundo exterior quanto de si mesmo.

A curiosidade geralmente ganha da inteligência, por isso sua mente precisa de novos estímulos, que são depois armazenados na memória.

Ao receber novos estímulos diariamente, sua memória é acionada, combinando os novos impulsos com os antigos, criando novas ideias e perspectivas diferentes.

O problema é que geralmente recebemos sempre a mesma coisa como “alimento” para nossos cérebros. E muita coisa, sejamos sinceros, é simplesmente lixo.

Como melhorar isso de forma simples, sem complicar?

Uma das características das pessoas criativas é ter muitos interesses em diversas áreas da vida. É o que os especialistas chamam de “Princípio da Descontinuidade”.

Então o melhor é desenvolver interesses variados, de preferência em áreas diferentes do seu trabalho. Por exemplo, leia revistas que não leria normalmente. Isso faz com que seu cérebro receba informações que normalmente não receberia.

Outra coisa. Quem foi que disse que você tem que reinventar a roda, ou resolver um problema sozinho? Peça ajuda! Nossa sociedade faz parecer que perguntar e pedir ajuda é sinônimo de incompetência ou fraqueza. Nada pode estar mais longe da realidade.

Numa sociedade intercortada, é muito mais inteligente compartilhar conhecimentos. Pior ainda são os que já sabem tudo. Citando Elbert Hubbard, “A fórmula da ignorância perpétua é estar sempre satisfeito com suas próprias opiniões e contentar-se com seus próprios conhecimentos”.

Pense nisso: quais as pessoas, com as quais você tem contato frequente, que poderiam ajudá-lo a enriquecer seus recursos e informações disponíveis - se você ao menos perguntasse? Quem poderia ajudá-lo a ser um sucesso?
O problema não é o problema. Como você encara o problema – esse é o problema.     Fonte: http://www.bilibio.com.br/mensagem/

sexta-feira, 29 de junho de 2012

As Sete Leis Espirituais do Sucesso - Deepak Chopra

O verdadeiro sucesso é, por isso, a experiência do milagre. É a divindade se abrindo em nosso interior. É percebermos essa divindade em toda parte, em tudo o que experimentamos – no olhar de uma criança, na beleza de uma flor, no vôo de um pássaro.


Deepak Chopra





quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

OS SINAIS DA PERSONALIDADE




Sua conversação dirá das diretrizes que você escolheu na vida.

Suas decisões, nas horas graves, identificam a posição real de seu espírito.

Seus gestos, na luta comum, falam de seu clima interior.

Seus impulsos definem a zona mental em que você prefere movimentar-se.

Seus pensamentos revelam suas companhias espirituais.

Suas leituras definem os seus sentimentos.

Seu trato pessoal com os outros esclarece até que ponto você tem progredido.

Suas solicitações lançam luz sobre os seus objetivos.

Suas opiniões revelam o verdadeiro lugar que você ocupa no mundo.

Seus dias são marcas no caminho evolutivo. Não se esqueça de que compactas assembléias de companheiros encarnados e desencarnados que conhecem-lhe a personalidade seguem-lhe a trajetória pelos sinais que você está fazendo.



André Luiz/Francisco Cândido Xavier; Agenda Cristã.



A lição aqui é: vigie seus pensamentos. Pese a menor de suas atitudes (principalmente as impensadas) na balança da virtude. Compare a pessoa que você É com a pessoa que você deseja ser. Se precisar de uma referência, lembre-se de Jesus, Krishna, Buda, Francisco de Assis, Xavier, Madre Teresa e outros tantos que deixaram o exemplo do domínio do espírito sobre a matéria.


Fonte:http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2004/09/os_sinais_da_pe.html



quarta-feira, 11 de maio de 2011

Ambição e ganância: sentimentos causados por insatisfação




É muito interessante observar as crianças: já prestou atenção quando elas ganham um brinquedo? Aquele sonho de meses ou até anos, em pouco tempo se desfaz quando elas ganham o tão sonhado presente. A satisfação de ganhar, rapidamente se transforma numa nova insatisfação e, logo, elas almejam um novo objeto.



Nesse sentido, filósofos indicam que o homem insatisfeito é aquele que tem a capacidade de provocar mudanças ao seu redor. A insatisfação é uma condição humana que faz parte da evolução do homem. Vale aqui fazer uma distinção entre ambição e ganância, pois muitos podem pensar que querer algo mais se trata de ganância. O ambicioso constrói, ao passo que o ganancioso destrói. A ambição pertence às qualidades do homem; a ganância, a seus defeitos.


Imagine um casal, no qual uma das partes, satisfeita com a conquista, se esqueça de cuidar, de amar, de dar atenção: é como se, satisfeitos com aquilo que já têm, não continuem a dar atenção ao relacionamento e, aos poucos, deixem-no morrer. Um homem satisfeito com seu trabalho faz apenas aquilo que lhe é dado e, muitas vezes, não se lança ao novo.


Pensando nos jovens, é sadio imaginar que, nessa fase da vida, eles querem mais, querem fazer diferente ou mudar e melhorar aquilo que são. O que não é bom, nesse caso, é um jovem que não tem perspectivas ou que nada quer para sua vida.


Devemos ter cuidado com a ansiedade gerada por nossa insatisfação, pois com ela, surgem sentimentos em nós como o autodesprezo, a diminuição de nossas habilidades ou o sofrimento, quando não conquistamos nossos projetos. Quando a ansiedade nos abraça passamos a gerar queixas e mais queixas com o objetivo de abandonar esse sentimento. Essa situação pode ocorrer, mas conforme o tempo passa, chega a frustração, situação que se torna até mais difícil de administrar dentro de nós.


Uma forma para observarmos e nos relacionarmos com a insatisfação humana é fazermos uma conta: qual a distância existente entre a ambição e a ganância?


Vale lembrar que estar insatisfeito é buscar o diferente, buscar a mudança naquilo com o qual não concordamos ou que poderia ser diferente. Porém, a ambição pode ser considerada um sentimento positivo se pensarmos que ela favorece o crescimento e a superação em todas as dimensões de nossa vida.


Percebe como tanto o ganancioso quanto o ambicioso são insatisfeitos? A diferença é a forma como cada um canaliza e trabalha com seus desejos. O ambicioso quer chegar lá para se realizar e compartilhar, enquanto o ganancioso quer chegar primeiro para pegar a parte maior e não ter que repartir. Podemos chegar à conclusão de que ambição faz parte das qualidades do homem, já a ganância pertence aos seus defeitos. Quando não temos o equilíbrio necessário é que nos vemos envolvidos com o sentimento de ganância, ou seja, o querer cada vez mais para nós em detrimento dos outros, o que não é saudável, pois “anulamos” o outro neste nosso desejo que querer sempre mais.



E você? Como tem lidado com a insatisfação em sua vida?




Dr.Antonio Gaya Marques
 
Fonte: http://temasempsicologia.wordpress.com/2011/01/20/ambicao-e-ganancia-sentimentos-causados-por-insatisfacao/

quarta-feira, 27 de abril de 2011

As Sete Emoções Negativas da Medicina Chinesa




As sete emoções básicas relacionadas às funções orgânicas são a raiva, alegria, preocupação, pensamento obsessivo, tristeza, medo e choque (pavor). Apesar da conexão mente/corpo ter sido reconhecida relativamente há pouco tempo na medicina ocidental, a interação das emoções com o corpo físico é um aspecto essencial na Medicina Tradicional Chinesa.

Cada órgão corresponde a uma emoção e o desequilíbrio dessa emoção pode afetar a função do órgão. Por exemplo, a raiva prolongada pode levar a um desequilíbrio no fígado. Ao mesmo tempo, desequilíbrios no fígado podem produzir sintomas de raiva que geralmente levam a um ciclo auto-perpetuador.

Ao discutirmos o aspecto emocional do processo da doença, é importante lembrar que é normal sentirmos a gama completa das emoções. Uma fonte de desequilíbrio surge somente quando uma emoção em particular é vivenciada por um período prolongado de tempo ou com uma intensidade específica.

Certamente é importante que uma pessoa com problemas emocionais sérios recorra à ajuda profissional de um psicoterapeuta. Mas, mesmo nesses casos, a terapia é mais eficaz quando o desequilíbrio do órgão correspondente é ajustado. A acupuntura é especialmente eficaz no tratamento de desordens emocionais. Mesmo quando ela não é completamente eficaz no tratamento de distúrbios físicos, quase sempre ela proporciona um estado de paz emocional.


Raiva

Está associada ao fígado. Por sua natureza, a raiva causa o aumento do qi, o que provoca rosto e olhos avermelhados, dores de cabeça e vertigens. Isso coincide com o padrão de aumento do chamado fogo do fígado. A raiva também pode fazer o qi do fígado “atacar o baço”, produzindo falta de apetite, indigestão e diarréia, geralmente isso ocorre com pessoas que discutem na mesa de refeições ou comem enquanto dirigem.

Numa visão mais a longo prazo, a raiva ou frustração reprimida normalmente causa a estagnação do qi e isso pode resultar em depressão ou desordens menstruais. É interessante notar que as pessoas que ingerem ervas para liberar o qi estagnado do fígado normalmente experimentam surtos de raiva quando a estagnação é liberada. A raiva passa quando o equilíbrio é restaurado. Da mesma forma, geralmente a raiva e a irritabilidade são os fatores determinantes no diagnóstico da estagnação do qi do fígado.

Muitas pessoas ficam aliviadas ao saber que sua raiva tem um fundo fisiológico. É essencial evitar ingerir café durante o tratamento de desordens do fígado relacionadas à raiva, pois o café aquece o fígado e intensifica muita a condição desfavorável.


Alegria

A emoção da alegria está ligada ao coração. Uma desordem relacionada à alegria pode parecer estranha, já que a maioria das pessoas deseja o máximo de alegria em suas vidas. As desordens dessa emoção não são causadas pela felicidade. O desequilíbrio surge quando entusiasmo ou estímulos excessivos ocorrem ou boas notícias súbitas chegam como um choque para o sistema.

Ao avaliar os níveis de estresse, os psicólogos verificam todas as fontes de estresse: positivas e negativas. É claro que a morte de um cônjuge ou a perda de um emprego é uma fonte significante de estresse. Porém, um casamento ou promoção no emprego, ainda que seja uma ocasião feliz, também é uma fonte de estresse.

Uma pessoa que está constantemente saindo, freqüentando festas e vivendo uma vida de excessos, pode acabar desenvolvendo desequilíbrios do coração como palpitações, ansiedade e insônia. Uma pessoa com desequilíbrios no coração também pode demonstrar sintomas emocionais, já que o coração é o lar do espírito (shen). Uma pessoa com sérios distúrbios no shen do coração pode ser vista conversando alegremente consigo mesma e tendo surtos de gargalhadas.

Tal comportamento resulta da incapacidade do órgão do coração em proporcionar um local de descanso estável para o espírito. Esse tipo de desequilíbrio é tratado com acupuntura ao longo do meridiano do coração. Os tratamentos herbários consistem em fórmulas que nutrem o sangue do coração ou yin. Se o fogo do coração perturba o espírito, ervas que limpam o calor do coração são usadas.



Preocupação

A preocupação, uma emoção muito comum em nossa sociedade repleta de estresses, pode esgotar a energia do baço. Isso pode causar distúrbios digestivos e acabar levando à fadiga crônica: um baço enfraquecido não pode transformar o alimento em qi de maneira eficaz e também os pulmões são incapazes de extrair o qi do ar eficientemente.

Uma pessoa que se preocupa muito “transporta o peso do mundo sobre seus ombros”, e uma palavra que descreve muito bem como uma pessoa se sente quando o qi de seu baço está fraco é depressão. O tratamento inclui moxa e ervas que fortificam o baço, o que proporciona à pessoa energia para lidar com os problemas da vida em vez de vivenciá-los.



Pensamento obsessivo

Pensar excessivamente ou obsessivamente sobre um assunto também pode esgotar o baço, o que causa a sua estagnação. Uma pessoa com essa condição pode exibir sintomas como falta de apetite, esquecimento de se alimentar e inchaço após comer. Com o tempo, a pessoa pode desenvolver uma complexão pálida devido à deficiência de qi do baço. Eventualmente, isso pode afetar o coração, fazendo a pessoa sonhar com os mesmos assuntos à noite. Geralmente os estudantes são afetados por esse desequilíbrio. O tratamento padrão é usar ervas que tonifiquem o sangue do coração e o qi do baço.


Tristeza

A tristeza ou pesar afeta os pulmões, produzindo fatiga, falta de ar, choro ou depressão. O tratamento dessa condição envolve acupuntura para os pontos ao longo dos meridianos do pulmão e rim. Normalmente, fórmulas herbárias são usadas para tonificar o qi ou yin dos pulmões.

Medo

A emoção do medo está relacionada com os rins. Essa ligação pode ser prontamente percebida quando o medo extremo faz uma pessoa urinar incontrolavelmente. Nas crianças isso também se manifesta quando elas urinam na cama, o que os psicólogos associaram com insegurança e ansiedade.

A ansiedade prolongada devido às preocupações com o futuro pode esgotar o yin, yang e qi dos rins, o que pode eventualmente levar à fraqueza crônica. O tratamento envolve tonificar os rins com tônicos yin ou yang, dependendo dos sintomas particulares.


Choque (pavor)

O choque é especialmente debilitante para os rins e o coração. A reação “lutar ou fugir” causa uma liberação excessiva de adrenalina das glândulas adrenais ou supra-renais, que se localizam sobre os rins. Isso faz o coração responder com palpitações, ansiedade e insônia.

O estresse crônico oriundo do choque pode ser muito debilitante para o sistema inteiro, causando uma ampla gama de problemas. O choque severo pode ter um efeito duradouro sobre o shen do coração, como fica evidente em vítimas da síndrome do estresse pós-traumático. O tratamento envolve psicoterapia, ervas que acalmam o espírito e nutrem o coração e rins, e tratamentos regulares de acupuntura



- Fonte: How Stuff Works

domingo, 27 de fevereiro de 2011

A Inveja



Vamos falar sobre uma coisa muito comum e cujos efeitos todos conhecem: a inveja. Ela resulta da mistura do pensamento e do sentimento mesquinho de alguém que não se contenta com o que possui e fica desejando o que não lhe pertence.


Mas como combater as cargas de energia negativa que o invejoso lança sobre nós? Gerando forças positivas, magnetismo de elevado teor.

Quando vibramos numa freqüência de elevado teor, estamos criando em torno de nós uma aura capaz de nos defender não só da inveja mas também de outros malefícios. É uma energia que geramos através da nossa vivência fraterna e pelo cultivo dos valores do otimismo, da confiança, da fé, e de todas aquelas virtudes que o Cristo ensinou. Uma vontade positiva e forte também é fundamental para nossa defesa.

Nossos sentimentos, pensamentos e emoções são forças vivas que geramos e que passam a circular em nosso sistema energético extrapolando-o e formando em toro de nós um campo, ou aura, que até pode ser fotografada. E foram os cientistas ex-soviéticos que descobriram isto. A aura do corpo bioplásmico (energético ou vital) é fotografável e pode ser observada em seus detalhes, com toda a sua exuberância de cores, através do processo kirlian.

Alguns pesquisadores fotografaram a aura antes, durante e após o "passe" e puderam constatar fotograficamente a transfusão energética de uma pessoa para outra.

A pessoas otimistas, dinâmicas, confiantes, são muito menos afetadas pela inveja, pelas obsessões, os "trabalhos de Terreiro". as más vibrações, o ódio etc. Mas as pessoas pessimistas, que estão sempre vendo desgraças em toda parte, que vivem a se queixar de tudo, são bem mais frágeis diante das agressões mentais ou astrais.

Isto acontece porque as Leis de Deus foram elaboradas visando nossa evolução e crescimento interior, e, é justamente nesse labor que empregamos para vencer as dificuldades e os embaraços da vida, que evoluímos. Os problemas e a luta pela sobrevivência nos dão experiência e capacidade e nesse esforço adquirimos competência, aptidões, força interior, paciência e demais valores.

O nosso mundo íntimo, ambiente da alma, nossa mente, nossa consciência em seus diversos níveis é nutrido pelas forças divinas, pelo fluido cósmico, pelo amor universal. E conforme crescemos em nossas capacidades relativas à vivência material, não podemos nos descuidar do crescimento espiritual, para que não ocorra desequilíbrio evolutivo. Isto porque, se crescemos em capacidades terrenas e intelectuais, mas estacionamos no desenvolvimento das qualidades divinas, nosso psiquismo acaba por se desarmonizar.

É por isso que Deus permite haja tanta inveja na Terra, tanta obsessão, tanta perseguição espiritual. Essas forças negativas representam na verdade chamamentos, para que nos lembremos de desenvolver também os valores espirituais.

As pessoas que vivenciam o desamor, a violência, a desonestidade, a imoralidade, a ganância e outros assemelhados, estão criando vínculos com as sombras, com as forças negativas e ficam, por isso, mais sujeitas à desarmonia interior. Mas as que procuram vivenciar as virtudes do Evangelho estão começando a construir as melhores condições de defesa contra a inveja e demais energias negativas que possa, ser lançadas sobre elas.

"Desfrutar os bons momentos, falar neles, contá-los a outras pessoas, relembrá-los equivale a gerar "memória" positiva, antidepressiva.

Quanto aos sofrimentos, problemas ou dificuldades não se prenda a eles, não os prenda a si.

Tente resolvê-los da melhor maneira, mas não permita que eles grudem em você.
Procure sorrir sempre e passar para os outros vibração otimista para que eles se contagiem e a devolvam a você, ajudando-o a manter um estado de espírito positivo."



(Do Livro "Nós e o Mundo Espiritual" - Saara Nousiainen).

Fonte: http://girassolencantado.blogspot.com/2009/11/inveja.html

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Matando a Raiva antes que Ela nos Mate



Na vida cotidiana não nos damos conta que convivemos com o pior dos ladrões.




Um ladrão comum pode roubar seu relógio, talvez não lhe roube todos os seus pertences; Se roubar todos seus pertences, talvez não roube sua vida;Se matar seu corpo, não poderá matar sua mente e suas vidas futuras; Um ladrão comum também não pode roubar nosso bom carma.



Entretanto, existe um ladrão que pode tudo, inclusive levar nossos bons méritos e oportunidades. Este ladrão é a raiva.



Buda Shakyamuni costumava comparar a raiva a um perigoso ladrão, a um incêndio devorador que destrói florestas de bons méritos e a um perigoso demônio. O abençoado disse que a raiva não deve ser cultivada pelos praticantes leigos, muito menos por monges, pois:



• A raiva é como um detestável ladrão por que rouba oportunidades. Com raiva a mente fica turva, as idéias confusas e as decisões desacertadas. Ninguém confia em pessoas que tentam resolver seus problemas com acessos de fúria. Quem assim procede cria má fama e perde excelentes oportunidades de realização, pois é prejudicado pela má reputação. Agir com raiva é plantar as raízes do descrédito, do erro e do arrependimento.



• A raiva é como um incêndio devorador, destruidor das florestas de bons méritos. Num acesso de fúria dizemos palavras ofensivas e agimos agressivamente, provocando desavenças ou tragédias. Com isso, podemos perder o emprego, destruir laços familiares, perder o convívio com bons amigos e a confiança dos demais. Algumas das pessoas atingidas pela nossa reação furiosa também queimarão de raiva e silenciosamente planejarão desforras ou vinganças e se não puderem nos atingir, poderão visar pessoas com as quais temos relação de afetividade.



• É como um perigoso demônio, por que num acesso de fúria, somos tomados por um momentâneo estado de demência e agimos como demônios enfurecidos. Seres humanos revoltados e furiosos, se não modificarem estas disposições, acabarão como habitantes do inferno. Quem cultiva a raiva, protege e sustenta seu pior inimigo!



Por que surge a raiva?



A raiva é a reação primitiva de descontentamento. Existem níveis de raiva. Vai das simples mágoas, ao ódio devastador. O fato de cultivarmos meros ressentimentos não significa estarmos imunes a raiva e suas nefastas conseqüências. Uma diminuta e insignificante brasa pode desatar um incêndio incontrolável.



“Uma cozinheira queria preparar um prato picante, mas receava não agradar a todos. Perguntou aos convidados se aceitariam uma refeição apimentada. Ouviu então diferentes respostas:- Eu adoro pimenta! - Eu detesto pimenta!

- Ah, para mim tanto faz!“



A cozinheira percebeu que para as pessoas, embora a pimenta fosse a mesma para todos, ela provocava diferentes reações nas pessoas. Os fatos da vida também são os mesmos para os seres, estamos sujeitos a desilusões, doença, velhice e morte, isso é natural, mas a reação a estes fatos inevitáveis difere de pessoa para pessoa. Os fatos são o que são, a raiva é opcional. Quando nos propomos a abandonar as causas do sofrimento, estamos declarando a raiva como o principal inimigo.



Quando a mente vê o mundo e as pessoas como posses haverá ai um grande problema. Quando as coisas não são do nosso jeito sentimos certa raiva, uma simples tristeza ou grande revolta, tudo isso são formas ou níveis de raiva.



Entenda que raiva é revolta. Outro dia alguém me disse que tristeza nada tinha haver com raiva. Isto é enganoso. Digamos que a tristeza é uma implosão venenosa, a ira é uma explosão de raiva, que embora seja dirigida aos outros, fere, acima de tudo, a nós mesmos.



Vida é movimento, perdas e ganhos são contingências inevitáveis. Se não podemos controlar o universo de que adianta cultivar raiva?

A raiva não faz o sol brilhar, mas faz o coração parar de bater;

Não cessa o frio, mas congela o coração;

Pessoas sábias e prudentes perdem a confiança em que tem é tomado de constantes acessos de fúria...



Mudanças são contingências da vida, para viver com saúde e longevidade é preciso cultivar o contentamento.



Buda recomenda não repousarmos enquanto a serpente venenosa dormita em nossos aposentos, para ele, a raiva é como uma serpente venenosa “aninhada” na mente não-iluminada. Flagrá-la saindo da toca é como ter a rara oportunidade de “pegar o bicho pelo rabo” . Superando a raiva e a ignorância, evitaremos que elas arruínem nossas vidas.

ARISANTOSDIAS

Fonte: arisantosdias, Templo Zu Lai, Cotia-SP, abril 2009

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Crianças... O que fazer?





Estamos diante de uma verdade incontestável. As crianças nascidas a partir de 1989 são diferentes de tudo o que já se viu. São as chamadas “crianças índigo” com o DNA parcialmente alterado. Isso confirmado pelos próprios cientistas que já fazem pesquisas sobre a capacidade física, psíquica e mental delas. Existem as crianças do tipo “cristal”, nascidas a partir de 1998, com o DNA totalmente alterado.




Esses seres já estavam vindo desde a década de 40, só que em menor escala. As pessoas que estão hoje com até 60 anos podem estar vivendo a síndrome do estrangeiro onde nada daqui se encaixa nos seus objetivos pessoais. Demorei muito para saber, mas eu também sou. Tive, durante algum tempo, a sensação de ser adotada pela minha família biológica. É assim que se sente um índigo. Desconectado com essa realidade.



Os índigos nascidos nas décadas de 40, 50 e 60 foram os que mais sofreram. Não tinham com quem conversar, percebiam a sua capacidade psíquica acima da média e se angustiavam com os acontecimentos ao seu redor. Os índigos das décadas de 70, 80 e 90, já tiveram mais sorte. Vieram em maior número e não se sentem tão isolados.



Mas o que significa DNA alterado? Na maioria das pessoas o DNA possui 2 filamentos, para que se possam experienciar as limitações da passagem pelo planeta. A capacidade mental média dos seres humanos é de 10%, segundo os estudos científicos. Isso explica a dificuldade em compreender muita coisa que existe além dos 5 sentidos. Tanto as crianças “índigo” como as “cristal” já estão com mais filamentos despertos. Podemos imaginar do que elas são capazes. E elas já demonstram isso provocando surpresa no meio científico. Fazem diagnósticos precisos apenas olhando a pessoa, possuem uma percepção altamente apurada e são completamente individualizadas. Não confundir com as crianças que exercem certa autoridade sobre a família muito mais por causa de uma educação que não estabelece limites.



Mas é aí que eu quero chegar. Como saber se o meu filho ou filha é uma dessas crianças? Observei, ao fazer a reprogramação de arquétipos de uma criança com essas características (índigo), que os 12 arquétipos matrizes de nascimento não estavam totalmente distorcidos. Os 12 arquétipos de nascimento numa criança sem DNA alterado se apresentam como a compilação de todas as encarnações vividas por aquele espírito, diferenciados por temas. Ainda não tive a experiência desse trabalho com crianças “cristal”. Se você equilibra as 12 matrizes de uma criança ela passa a não mais sofrer influências das ações e fatos mal vividos de outras encarnações. Muitas vezes acontece, nessa reprogramação, encontrar um dos 12 arquétipos como, por exemplo, “O Destruidor” (leia o meu artigo "De quantos Eus somos feitos") com as características de um bandido ou mesmo de um ditador vivido em outras vidas. Já atendi muitas crianças (sempre à distância) com essas características que, após a reprogramação das 12 matrizes, se tornaram mais dóceis. Essa influência distorcida de outras vidas não permite que essas crianças possam fazer a sua mudança de DNA. A mudança de DNA é chamada de "abertura do portal 11:11" que nada mais é do que o código inserido em nossos genes para que possamos despertar para essa nova realidade.



Essas crianças já estão despertas e começam a se organizar em seu objetivo que é de ajudar o planeta a ascender. Elas precisam do contato com a natureza, com um tipo de educação à base de negociação e não de repressão, de alimentação balanceada e sem toxinas - como as encontradas nas proteínas de animais – e, acima de tudo, uma compreensão de que elas têm muito mais a nos ensinar do que nós a elas.



Antes de submeter seu filho a um diagnóstico equivocado do tipo Transtorno do Déficit de Atenção ou do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, pense que essas crianças, como indivíduos, têm dons e talentos muito avançados. São altamente inteligentes, criativas e psíquicas, adoram a arte, a música, a espiritualidade; são leais, honestas e detestam autoritarismo, sendo assim verdadeiros presentes para os pais.
Texto revisado por Cris



por Vera Ghimel - veraghimel@oi.com.br e veraghimmel@yahoo.com.br


fonte: http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=2480

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Estudos comprovam que a existência de matadouros aumenta o comportamento violento na sociedade

Por Giovanna Chinellato (da Redação)




Para o autor Upton Sinclair, o mundo infernal de um matadouro estimula o comportamento violento também entre os humanos. Ele encheu seu romance The Jungle (“A Selva”, 1906) com imagens de empacotamento de carne que parecem vindas de um filme de terror:



“…e quanto aos outros homens, que trabalhavam em quartos com tanques cheios de vapor, alguns dos quais com válvulas de escape à altura do chão, o problema mais peculiar era cair em tais tanques; quando eram pescados para fora, nunca havia restos suficientes que valessem ser exibidos – algumas vezes os olhares os ignoravam, até que nada além dos ossos tivesse ido embora…”



Os trabalhadores dos matadouros de Sinclair ficavam tão acostumados à violência que as taxas de assassinato, estupro e linchamentos aumentavam entre eles. O livro cimenta o link entre matadouros e crimes violentos décadas antes de o criador de porcos para consumo e serial killer Robert Pickton assombrar as manchetes.



Mais de cem anos depois, uma pesquisadora da Universidade de Windsor talvez teria provado que o clássico literário não era ficção. A professora de criminologia Amy Fitzgerald diz que as estatísticas mostram realmente existir uma conexão bem explícita entre matadouros e crimes violentos.





Na foto, inspetores num matadouro de animais para o consumo humano, em 1906. Sinclair, ao denunciar em sua obra as condições deprimentes e o sofrimento vivido por esses animais, inspirou um estudo sobre a ligação entre matadouros e os crimes violentos. (Reprodução/The Star)



Num estudo recente, Fitzgerald interligou vários relatórios do banco de dados do FBI a informações de censos e fichas de prisão e acusações dos 581 condados americanos de 1994 a 2002.



“Tenho um gráfico que mostra que, conforme o número de funcionários em um matadouro aumenta, a taxa de crimes violentos também aumenta”, ela disse. Fitzgerald disse ter sido inspirada por The Jungle para estudar fichas criminais nas comunidades dos EUA próximas de matadouros.



Ela ficou fascinada pelos estudos dos efeitos de matadouros em taxas de crime, que, sem explicação, crescem quando frigoríficos são abertos nas proximidades das comunidades.



Fitzgerald cuidadosamente estudou o material para determinar se uma conexão realmente existia. Ela descobriu que um matadouro médio com 175 empregados aumenta o número de prisões em 2,24 e de boletins de ocorrência em 4,69. Quanto maior o estabelecimento, pior a violência na comunidade.



Ela levou em conta fatos como o fluxo de novos residentes quando um matadouro é aberto, o alto número de homens jovens – e até mesmo de imigrantes.



“Algum moradores começaram a perceber que as taxas de crime estavam aumentando e começaram a reclamar, as companhias de matadouros foram logo culpando a mão de obra imigrante”, Fitzgerald disse. Ela disse que ainda sim os matadouros seriam os responsáveis pelo aumento, já que eles estão por trás dos fatores mencionados também.



E a violência também não pode ser ligada a nenhum outro tipo de fábrica. Fitzgerald comparou comunidades com matadouros a outras comunidades industriais, que também envolvem trabalhos perigosos, repetitivos mas que não matavam animais. Essas outras comunidades não tiveram aumento nenhum nas taxas de crime, ela disse. Em alguns casos, chegam até a diminuir as taxas.



“O que distingue um matadouro é que ali os trabalhadores não estão lidando com objetos, ma sim com animais vivos – e estão matando-os, e processando o que restar deles.”



Mais estudos são necessários para determinar se os crimes são cometidos por trabalhadores de matadouros ou outros membros da comunidade, ela diz, e como exatamente esse tipo de trabalho pode fazer a criminalidade aumentar. Mas os números não deixam explicações que não envolvam culpar os matadouros.



É o caso da ciência reconhecer o que o povo já sabe desde que matadouros industriais começaram a aparecer no século XIX: trabalhadores expostos à matança de um grande número de animais rotineiramente se tornam perturbados e aparentemente perdem a capacidade de sentir empatia.



The Jungle fez contos-anedotas de escândalos massivos, instigando leitores e propondo ao presidente Theodore Roosevelt que ordene mudanças na indústria de carne. Meses após sua publicação, o Ato Pure Food and Drug e o Meat Inspection foram assinados e aprovados por lei. O livro de Sinclair estuda os ideais socialistas como alternativa à exploração de trabalhadores de matadouros.



Mas a raiz da coisa continua um problema do tipo “quem nasceu primeiro, galinha ou ovo”. Os matadouros “dessensibilizam” os trabalhadores ao assassinato? Ou convidam pessoas pouco sensíveis a dar um passo para começar a matar?



Fitzgerald sugere uma semelhança entre comunidades de matadouros e comunidades militares, que vêm sendo estudadas por aumento de violência doméstica.



“Uma das explicações é que a violência que as pessoas testemunham e da qual muitas vezes fazem parte pode resultar num processo de perda da sensibilidade”, ela disse. Mas a relação não é tão forte em fazendas pequenas que abatem animais.



“Parece que tem algo errado com o processo industrial”, disse Fitzgerald. “Você tem pessoas responsáveis pela morte de milhares de animais por dia.”



Matadouros canadenses ficaram de fora do estudo, mas Fitzgerald já disse que tem interesse em fazer pesquisas lá. Em Toronto, onde matadouros foram instalados em áreas desérticas, como a Junction e King West Street, a violência é mais difícil de ser vista.



Residentes da bela e chique vizinhança de Garrison Creek disseram que a única vez em que notam a presença dos frigoríficos é em dias quentes, quando um fedor pútrido cobria toda a região.



“Em dias de sorte, parece só uma fazenda”, disse Antonio Ferreira, um jovem de 15 anos que mora perto do King St. W and Niagara St. “Num dia ruim, parece uma carcaça gigante em decomposição”. Ele não conseguia se lembrar de nenhum incidente violento nas proximidades do matadouro, porém.



Os trabalhadores do Toronto Abattoirs simplesmente disseram que trabalhar lá é “de boa”, mas não quiseram dar detalhes sobre seus trabalhos.



As condições em um matadouro podem ter melhorado desde que Sinclair publicou suas descrições horrendas, mas o pior problema persiste: a matança de animais em escalas massivas. E o trabalho que obriga pessoas a fazerem isso.



“Tem algo bem incomum a respeito de matadouros”, disse Fitzgerald. “Definitivamente existe a necessidade de mais pesquisas para descobrir o que é.”



Fonte: http://www.anda.jor.br/2010/05/19/livro-demonstra-ligacao-entre-matadouros-e-o-aumento-do-comportamento-violento-contra-humanos/

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Verdade



Muitas pessoas dizem estar em busca da verdade, se preocupam em encontrar a verdade... Muitos se consideram melhores que os outros por conhecerem a verdade, mas o que é a verdade afinal?

Procurando pela internet encontrei muitas definições, mas gostei em especial desta:


VERDADE


A palavra verdade pode ter vários significados, desde “ser o caso”, “estar de acordo com os fatos ou a realidade”, ou ainda ser fiel às origens ou a um padrão. Usos mais antigos abarcavam o sentido de fidelidade, constância ou sinceridade em atos, palavras e caráter. Assim, "a verdade" pode significar o que é real ou possivelmente real dentro de um sistema de valores. Esta qualificação implica o imaginário, a realidade e a ficção, questões centrais tanto em antropologia cultural, artes, filosofia e a própria razão. Como não há um consenso entre filósofos e acadêmicos, várias teorias e visões a cerca da verdade existem e continuam sendo debatidas.
Para Nietzsche, por exemplo, a verdade é um ponto de vista. Ele não define nem aceita definição da verdade, porque não se pode alcançar uma certeza sobre a definição do oposto da mentira. Daí seu texto "como filosofar com o martelo".
Quem concorda sinceramente com uma frase está alegando que ela é verdadeira. A filosofia estuda a verdade de diversas maneiras. A metafísica se ocupa da natureza da verdade. A lógica se ocupa da preservação da verdade. A epistemologia se ocupa do conhecimento da verdade.

As questões tipicamente debatidas incluem:


o O que pode ser classificado como falso ou verdadeiro?
o Como definir e identificar a verdade?
o A verdade é subjetiva, objetiva, relativa ou absoluta?

O primeiro problema para os filósofos é estabelecer que tipo de coisa é verdadeira ou falsa, qual o portador da verdade (em inglês truth-bearer). Depois há o problema de se explicar o que torna verdadeiro ou falso o portador da verdade. Há teorias robustas que tratam a verdade como uma propriedade. E há teorias deflacionárias, para as quais a verdade é apenas uma ferramenta conveniente da nossa linguagem. Desenvolvimentos da lógica formal trazem alguma luz sobre o modo como nos ocupamos da verdade nas linguagens naturais e em linguagens formais.
Há ainda o problema epistemológico do conhecimento da verdade. O modo como sabemos que estamos com dor de dente é diferente do modo como sabemos que o livro está sobre a mesa. A dor de dente é subjetiva, talvez determinada pela introspecção. O fato do livro estar sobre a mesa é objetivo, determinado pela percepção, por observações que podem ser partilhadas com outras pessoas, por raciocínios e cálculos. Há ainda a distinção entre verdades relativas à posição de alguém e verdades absolutas

Definição de verdade


A verdade é uma interpretação mental da realidade transmitida pelos sentidos,e confirmada por equações matemáticas e linguísticas formando um modelo capaz de prever acontecimentos futuros diante das mesmas coordenadas.


 Uma outra visão do que é verdade

Verdade é um resultado lógico (verdadeiro ou falso) de uma operação mental que depende de dois tipos de conjuntos de juízos: juízos a priori e a posteriori.

Os juízos a priori são conhecidos pela mente antes da realização da experiência, exemplo: a linha reta é a menor distancia entre dois pontos.
Os juízos a posteriori dependem do resultado final de uma experiência científica, que deve ser realizada inúmeras vezes para que exista a comprovação de que um fenômeno sobre determinadas condições só produz um único tipo de resultado que pode ser verdadeiro ou falso.
Não existem mecanismos científicos totalmente eficazes de se prever acontecimentos futuros, dado ao fato da realidade poder ser alterada por elementos não possíveis de serem previstos pelo conhecimento humano.

As condições de tempo e espaço não estão sobre o domínio do homem.
A verdade é um fato.


 O portador da verdade

Os filósofos chamam qualquer entidade que pode ser verdadeira ou falsa de portador da verdade. Assim, um portador da verdade, no sentido filosófico, não é uma pessoa ou Deus.

Para alguns filósofos, alguns portadores da verdade são primitivos; outros são derivados. Filósofos dizem, por exemplo, que as proposições são as únicas coisas literalmente verdadeiras. Uma proposição é uma entidade abstrata a qual é expressa por uma frase, defendida em uma crença ou afirmada em um juízo. Nossa capacidade de apreender proposições é a razão ou entendimento. Todas essas manifestações da linguagem são ditas verdadeiras apenas se expressam, defendem ou afirmam proposições verdadeiras. Assim, frases em diferentes línguas, como por exemplo o português e o inglês, podem expressar a mesma proposição. A frase "O céu é azul" expressa a mesma proposição que a frase "The sky is blue".

Já para outros filósofos proposições e entidades abstratas em geral são misteriosas, e por isso pouco auxiliam na explicação. Por isso tomam as frases e outras manifestações da linguagem como os portadores da verdade fundamentais.
Ou seja a verdade para a filosofia e uma coisa única e contraditoria pela Mentira.

Entre as muitas afirmaçoes sobre a verdade, uma em geral é bastante clara sob o ponto de definiçao de verdade:


Tipos de verdade

Verdade material é a adequação entre o que é e o que é dito.

Verdade formal é a validade de uma conclusão à qual se chega seguindo as regras de inferência a partir de postulados e axiomas aceitos.

É uma verdade analítica a frase na qual o predicado está contido no sujeito. Por exemplo: "Todos os porcos são mamíferos".

É uma verdade sintética a frase na qual o predicado não está contido no sujeito.

Sofisma é todo tipo de discurso que se baseia num antecedente falso tentando chegar a uma conclusão lógica válida.

Teorias metafísicas da verdade


Verdade como correspondência ou adequação

A teoria correspondentista da verdade é encontrada no aristotelismo (incluindo o tomismo). De acordo com essa concepção, a verdade é a adequação entre aquilo que se dá na realidade e aquilo que se dá na mente.
A verdade como correspondência foi definida por Aristóteles no tratado Da Interpretação, no qual ele analisa a formação das frases suscetíveis de serem verdadeiras ou falsas. Uma frase é verdadeira quando diz que o que é é, ou que o que não é não é. Uma frase é falsa quando diz que o que é não é, ou que o que não é é.
O problema dessa concepção é entender o que significa correspondência. É um tipo de semelhança entre o que é e o que é dito? Mas, que tipo de semelhança pode haver entre as palavras e as coisas?
O método científico, por exemplo, estabelece procedimentos para se realizar essa correspondência. Nesse caso um juízo de verdade V é então legitimado, de forma tal que a comunidade de cientisitas (que partilham entre si conhecimento e experiências) aceita/certifica como verdadeira a proposição P, oriunda da correspondência realizada entre P(V) e a "realidade empírica", via método científico.

Definição de Verdade por correspondência segundo Dicionário de Filosofia Abagnano

1ºO conceito de V como correspondência é o mais antigo e divulgado. Pressuposto por muitas das escolas pré-socráticas, foi pela primeira vez, explicitamente formulado por Platão com a definição do discurso verdadeiro que dá no Cratilo: "Verdadeiro é o discurso que diz as coisas como são; falso é aquele que as diz como não são." (Crtas.,385b;v.Sof.,262 e; Fil.,37c). Por sua vez Aristóteles dizia: "Negar aquilo que é, e afirmar aquilo que não é, é falso, enquanto afirmar o que é e negar o que não é, é a verdade." (Met.,IV,7,1011b 26 e segs.;v.V,29.1024b 25).
Aristóteles enunciava também os dois teoremas fundamentais deste conceito da verdade. O primeiro é que a verdade está no pensamento ou na linguagem, não no ser ou na coisa (Met.,VI,4,1027 b 25). O segundo é que a medida da verdade é o ser ou a coisa, não o pensamento ou o discurso: de modo que uma coisa não é branca porque se afirma com verdade que é assim; mas se afirma com verdade que é assim, porque ela é branca. (Met., IX, 10,1051 b 5).


Desmenção

De acordo com a teoria desmencionista da verdade, para chegarmos à verdade de uma proposição basta tirarmos as aspas da mesma. Por exemplo, a proposição "A neve é branca" é verdadeira se, e somente se, a neve é branca.


Deflacionismo

De acordo com o deflacionismo, o predicado de segunda ordem "É verdade que …" não acrescenta nada à frase de primeira ordem à qual ele é aplicado. Por exemplo, não há nenhuma diferença lógica entre a frase "É verdade que a água é molhada" e a frase "A água é molhada".[1]


Desvelamento

Segundo esta concepção, verdade é desvelamento. Conhecer a verdade é deixar o ser se manifestar. É estar aberto para o ser. Nas versões modernas do desvelamento, mais pragmáticas, a verdade é algo "sempre em construção", e que portanto sempre vai possuir "valor verdade" inferior a 100%.

Posição típica de Martin Heidegger (em Ser e tempo, parágrafo 44, e na conferência "A essência da verdade").

Pragmatismo

Para o pragmatismo a verdade é o valor de uma coisa. É típico de pragmatistas como Richard Rorty a oposição à posição correspondentista.Caso este verbo seja VTDI

Em Habermas a verdade se confunde com a validade intersubjetiva, ou consenso. Se uma proposição não é submetida ao crivo da comunidade, nada se pode dizer sobre sua falsidade.

No Empirismo o pragmatismo não se opõe à correspondência, mas se funde a ela: a "verdade empírica" como correspondência obtida por consenso na comunidade científica.



Fonte:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Verdade

sábado, 10 de julho de 2010

Conversas Difíceis

Com maior freqüência da esperada, em casa, no trabalho e na rua, enfrentamos situações que nos resultam complexas de manejar.

Pedir um aumento de salário, acabar com uma relação, despedir um empregado, enfrentar-se à falta de respeito, pedir desculpas, dizer para seu vizinho que não suporta mais o latido de seu cachorro, podem ser exemplos de assuntos que resultam difíceis de serem tratados.
Sentimo-nos vulneráveis, expostos, nos questionamos sobre o quê vão pensar as pessoas de nós, etc.
Como se isso não bastasse, a pessoa com quem temos que falar, pode acrescentar mais alguma dificuldade, principalmente se é uma pessoa que queremos, respeitamos e/ou da que dependemos hierarquicamente.

Essas situações aumentam nossos níveis de ansiedade, provocam medos e fazem com que passemos noites inteiras acordados pensando o que fazer: devo ou não dizer o que tenho que dizer?
Antes de ter uma conversa difícil com o outro, primeiro a temos com nos mesmos. A partir dessa pergunta, começamos a ensaiar diferentes cenários em nossa mente com um realismo quase surpreendente.
O que começa com uma dúvida, acaba com outra dúvida ... e depois quê? o que vai acontecer?

As conversas difíceis nos enfrentam a um dilema que não tem resposta fácil.
A conveniência e o momento indicado de manter uma conversa tão difícil para nós, vai ser variável dependendo do caso, vai depender de diferentes fatores que temos que considerar e os resultados são, em geral, uma grande interrogante.

O certo é que as conversas difíceis são parte das nossas vidas e sempre vão ser um desafio.

Algumas delas vai ser melhor evitá-las em prol de um bem maior; outras não vamos ter outra saída mais que afrontá-las.
Nesse caso, o ponto chave é “o como”.
Como fazer para ter uma conversa por mais difícil que ela for, sem perder de vista o objetivo e tomar conta ao mesmo tempo da relação? Como fazer para que as emoções estejam a nosso favor e não contra nós? Como fazer para acabar uma conversa difícil com a sensação de uma auto-estima melhorada, com o respeito por nós e pelo outro incólume?
Como fazer para estar cada vez mais confiantes de poder manejar de forma assertiva nossas próximas conversas difíceis?
Como fazer para que nossas conversas difíceis sejam cada vez menos difíceis?

O modelo desenvolvido por nossos amigos e colegas Bruce Patton, Doug Stone e Sheila Heen (membros do Projeto de Negociação de Harvard) e que no CMI internacional Group e o Centro de Integração e Aplicação das Novas Ciências da Conduta, complementamos com os aportes das mais modernas correntes psicológicas, oferece um marco prático e inovador desenhado para oferecer às pessoas e às organizações novas ferramentas para desenvolver suas habilidades comunicacionais de forma de manejar suas conversas mais difíceis de uma forma efetiva e eficiente e assim transformá-las em conversas produtivas para todas as partes.

Esse modelo salienta que não importa o contexto nem o assunto, as coisas que fazem que as conversas difíceis sejam difíceis, são as mesmas.

Também apresenta a idéia de que todas as conversas difíceis compartilham uma mesma estrutura que chama de: Três em uma.

Para esse modelo cada conversa difícil não é apenas uma conversa mas sim três conversas em uma.

O conflito ocorre em três níveis:

1. A conversa do que foi que aconteceu: tem a ver com a substância, com quem disse o quê, a quem, quando e onde. É nessa conversa na que perdemos a maior parte do tempo em nossas conversas difíceis, concentrando-nos em quem foi o culpado do que aconteceu, tentando adivinhar as intenções do outro quando disse isso ou aquilo, lutando com toda nossa alma e coração por ver quem tem a razão e vendo as coisas desde um ângulo só sem perceber que essa forma de ver as coisas é uma forma de deixar de ver outras.
2. A conversa das emoções: as conversas difíceis, não apenas versam sobre motivos mas também implicam emoções. Sem dúvida alguma, a resolução de um problema é mais simples do que falar das emoções, principalmente em contextos em que a emotividade parece ser incompatível com a racionalidade e a produtividade como no ambiente de trabalho. Mas, quando as emoções são parte central do conflito, tentar deixá-las por fora da conversa resulta impossível; perde-se a essência e a resolução do problema fica demorada.
3. A conversa de identidade: versa sobre o que disse essa conversa de mim. Tem a ver com quem somos, acreditamos ser ou fizeram-nos acreditar que somos. Sempre que uma conversa fica difícil para nós é porque de algum jeito nos atinge de forma significativa, questiona-nos em nosso foro mais íntimo e no processo de uma conversa difícil: a aparição desses questionamentos fazem com que percamos o equilíbrio.

Em cada um desses níveis, fazemos de forma espontânea (automática), o que nos resulta fácil, que, em geral, contribui para que as conversas difíceis sejam mais difíceis do que deveriam, e suas conseqüências, mais daninhas para nossas relações significativas.

Por isso, aprender a manejar nossas conversas difíceis é, sem dúvida alguma, um dever mais do que uma boa idéia.


Psic. Gabriela Decaro
CMI International Group
www.cmiigroup.com

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Vida: contingências e reações.

No nosso dia a dia existem muitos tipos de pessoas, cada uma delas com seus históricos, traumas, amores e valores... Existem aquelas de má fé que querem tirar vantagem das situações, e também existem pessoas que são vítimas de sua própria ingenuidade ou ignorância... Claro que entre esse dois tipos citados existem milhares de outros, mas no caso quero comentar sobre esses dois extremos.

Levando em consideração esses dois tipos (e suas variantes) fica bastante difícil confiar plenamente em alguém, e friso o plenamente, porque em maior ou menor grau sempre temos que confiar nas pessoas, em suas capacidade e aptidões.

Já no caso da confiança plena costumo dizer que não confio plenamente em ninguém, não que eu sofra ou seja prejudicada de alguma forma com isso... Eu simplesmente aceito que de acordo com as contingências as pessoas acabam reagindo, e muitas vezes essas reações não são plausives, ou tão corretas quanto a maioria gostaria que fosse...

Mas nem por isso a pessoa deixa de ter o seu lado bom... Penso que a maioria das pessoas ao julgar as outras analisam o fato em si, e muitas vezes os motivos desencadeadores não são levados em consideração...


Mas acredito que a avaliação mais profunda da pessoa e dos motivos que a levaram a agir " errada ou precipitadamente " devem ser levados em consideração... Acredito que a leitura corporal e facial são muito importantes nesses casos, não para que se " feche um diagnóstico ", mas sim para que possamos perceber as tendências e emoções daquela pessoa...

Para mim é importante perceber isso para que eu possa me posicionar a respeito, para ver se é preciso ter tolerância ou não... Confesso que estou tentando melhorar a tolerância em minha vida, para mim é difícil compreender muitas vezes algumas situações... mas vamos lá, cada um com seus limites e superações...

Talita Silveira

domingo, 16 de maio de 2010

O Poder da Validação


Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super-confiantes simplesmente disfarçam melhor. Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho.


Afinal, ninguém é de ferro. Paulo Autran treme nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça que já tenha sido encenada 500 vezes. Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o ator se relaxa e parte tranqüilo para o resto do espetáculo. Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada novo artigo que escrevo, e corro desesperado para ver os primeiros e-mails que chegam.


Insegurança é o problema humano número 1. O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros. Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva. Mas como reduzir esta insegurança?


Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros. Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera.


Segurança depende de um processo que chamo de "validação", embora para os estatísticos o significado seja outro. Validação estatística significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos. Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.


Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente. Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja. O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema. Ninguém pode autovalidar-se, por definição.


Você sempre será um ninguém, a não ser que outros o validem como alguém. Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: "Você tem significado para mim". Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: "Gosto de você pelo que você é". Quem cunhou a frase "Por trás de um grande homem existe uma grande mulher" (e vice-versa) provavelmente estava pensando nesse poder de validação que só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia poderá dar.


Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a nossa própria insegurança, que não temos tempo para sair validando os outros. Estamos tão preocupados em mostrar que somos o "máximo", que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o "máximo" são eles. Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aqueles que admiramos.


Por falta de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e não o ser. Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se, ou dominar os outros em busca de poder.


Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são, e não pelo que gostaríamos que fossem. Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e crescerão para ser o que queremos.


Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um "valeu, cara, valeu".


Você já validou alguém hoje? Então comece já, por mais inseguro que você esteja.


Stephen Kanitz


Artigo publicado na Revista Veja, edição 1705, ano 34, nº 24, 20 de junho de 2001, pág.22.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Psicologia Comportamental

A Análise Comportamental entende que o núcleo de toda neurose é a ansiedade. O mêdo, eis o grande inimigo do homem. A insegurança dele consequente conduz a total vulnerabilidade, fazendo com que o homem viva de forma contrária ao seu instinto de sobrevivência, falhando em obter aquilo que deseja e levando-o a fazer o que näo quer.

As consequências disto säo: a solidäo, a depressäo, as fobias, os distúrbios psicossomáticos, as disfunçöes sexuais e outras, que levam à infelicidade.

O homem começa, desde a infância, a aprender que "aprender" é sinônimo de esquecer de si mesmo e absorver os valores do ambiente em que vive, internalizando desejos e necessidades que näo lhe säo próprios, como por exemplo, a de ser amado por todos. Isto o leva a viver um processo interior de mêdo de ser abandonado, rejeitado, ridicularizado, de magoar ou ser magoado pelos outros e, o comportamento, que seria a expressäo dos valores interiores, näo mais o representa.

Durante todo este longo processo de "aprendizagem" o homem vai perdendo o contato com o seu "eu real", buscando sempre um "eu ideal". Vai seguindo a vida acompanhado de um sentimento de incapacidade e incoerência, daí, o conflito, caracterizando a falta de "Assertividade", ou seja, o näo exercício de ser o que se é, numa clara ausência de auto-estima. Assertividade pode ser entendida como a coerência entre o agir e o sentir.

É importante enfatizar que as crianças säo bem mais assertivas. Elas dizem que "gostam de você", com a mesma naturalidade que dizem "näo gosto de você". É a sociedade com seus conceitos e regras arbitrárias que reprime esta naturalidade, gerando mêdo, culpa e raiva.

Autora: Denise Torós

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Comportamento

Estranho como as pessoas se comportam... Andei analisando um pouco sobre o relacionamento das pessoas ao meu redor, e é impressionante como elas se ocupam com coisas absolutamente desnecessárias...Geram sofrimento para si próprias a troco de nada...Perdem tempo de suas vidas analisando e querendo encontrar soluções para a vida dos outros, e enquanto isso, suas próprias vidas lhes escapam entre os dedos, sua saúde se acaba e seus sonhos não se realizam...
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